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Dupla de mulheres vence o Nobel de Química por método de edição do genoma

Elas são responsáveis pelo desenvolvimento do método Crisp para edição do genoma

Por Da Redação - 7 out 2020, 09h56

As cientistas Emmanuelle Charpentier e Jennifer A. Doudna venceram o Prêmio Nobel 2020 na categoria de Química. Elas desenvolveram o método Crisp para edição do genoma.

É a primeira vez que duas mulheres ganham juntas o Nobel de Química. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (7), pela Academia Real de Ciências da Suécia.

A francesa Emmanuelle Charpentier é microbiologista, tem 51 anos, e ocupa o posto de diretora do Instituto Max Planck de Biologia de Infecções, na Alemanha. A americana Jennifer Doudna é bioquímica, tem 56 anos, e é professora da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. As duas vão dividir o valor de 10 milhões de coroas suecas (cerca de 6,3 milhões de reais), fornecido pelo Nobel.

Anteriormente, apenas cinco mulheres venceram o Nobel de Química. São elas: Marie Curie (1911), Irène Joliot-Curie (1935), Dorothy Crowfoot Hodgkin (1964), Ada E. Yonath (2009) e Frances H. Arnold (2018).

Esse ano, outra cientista também sagrou-se vencedora do Nobel, na categoria de Física. Andrea Ghez dividiu o prêmio com outros  dois cientistas, pela pesquisa de buracos negros. Ela é a quarta mulher da história a recebe-lo.

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