Clique e Assine CLAUDIA por R$ 9,90/mês
Continua após publicidade

Conheça 3 jovens mulheres que trabalham para melhorar a sociedade

Com menos de 30 anos, Andreza Jorge, Luiza Dantas e Yasmin Thayná são as finalistas na categoria Revelação do Prêmio CLAUDIA 2018

Por Da Redação
Atualizado em 16 abr 2024, 09h17 - Publicado em 11 out 2018, 13h04

Buscar a transformação de comunidades por meio de iniciativas sociais é o que as três candidatas da categoria Revelação do Prêmio CLAUDIA 2018 têm em comum. Nessa categoria, são escolhidas mulheres com menos de 30 anos. A igualdade de gênero, a educação e a visibilidade negra são as pautas defendidas por elas. VOTE aqui!

A pesquisadora e ativista Andreza Jorge, 30 anos, é moradora do complexo da Maré, no Rio de Janeiro, e é referência na comunidade para igualdade de gênero. Quando criança foi beneficiária da Redes da Maré, entidade que luta pelos direitos de quem mora no complexo. Formada em dança, ela trabalha em ONGs desde os 15 anos e tornou-se liderança local quando o assunto é a equidade de gêneros. Atualmente, dirige a Casa das Mulheres, um dos braços da Redes, que oferece cursos e oficinas de empreendedorismo feminino. Ainda coordena o grupo de dança Mulheres ao Vento. “Aqui quase todas as grandes conquistas foram lideradas por mulheres. Temos de dar visibilidade a isso”, destaca. Gostou do trabalho da Andreza? VOTE aqui.

A falta de recursos para projetos educacionais em escolas públicas foi o que motivou a psicóloga Luiza Dantas, 29 anos, e seu irmão Pedro Dantas, professor de história, a criar o Somos Professores, plataforma online de financiamento e apoio a projetos de educadores. Para participar, o professor faz a inscrição de seu projeto, dando informações sobre o que pretende com ele, e a equipe do Somos ajuda na organização e estrutura de orçamento e prazos. “Só descartamos projetos quando consideramos impossível atingir uma meta por um motivo concreto, como tempo curto demais”, explica Luiza. Além de fundadora, ela é diretora da instituição. Em quatro anos, já foram impactados mais de 10,5 mil alunos, graças ao financiamento de 46 projetos espalhados por escolas estaduais e municipais de Pernambuco. Se quiser prestigiar o trabalho de Luiza, vote aqui.

A cineasta Yasmim Thayná, 25 anos, defende a visibilidade negra na produção audiovisual. Ela é a responsável pelo curta ‘Kbela’, que mostra a simbologia de carregar um cabelo afro e a discriminação racial e de gênero que a mulher negra sofre todos os dias. O curta venceu o prêmio de melhor curta da Diáspora Africana da Academia Africana de Cinema, em 2017. A produção foi realizada com um financiamento coletivo de 5 mil reais. Yasmim também é a criadora da plataforma Afroflix, que faz a distribuição de filmes com, pelo menos, uma pessoa negra na produção ou entre os personagens principais. O acesso é gratuito. “A disponibilidade de conteúdos na internet não é exatamente como esperamos. Nós precisamos encontrar formas de organizar o que está disponível e burlar a lógica dos algoritmos”, ressalta. VOTE aqui.

Para votar nas candidatas, clique aqui

Publicidade

Essa é uma matéria fechada para assinantes.
Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Domine o fato. Confie na fonte.
10 grandes marcas em uma única assinatura digital

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

Impressa + Digital no App
Impressa + Digital
Impressa + Digital no App

Moda, beleza, autoconhecimento, mais de 11 mil receitas testadas e aprovadas, previsões diárias, semanais e mensais de astrologia!

Receba mensalmente Claudia impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições
digitais e acervos nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.

a partir de 14,90/mês

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.