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CLAUDIA lança novo posicionamento: #EuTenhoDireito

O posicionamento, representado pela hashtag #eutenhodireito, busca dar voz e visibilidade aos direitos já conquistados pelas mulheres

Por Isabella D'Ercole Atualizado em 30 ago 2017, 16h04 - Publicado em 30 ago 2017, 14h13

Ana Paula Padrão, diretora de redação de CLAUDIA, lançou hoje o novo posicionamento da marca para o mercado publicitário e grandes agências. Durante um café da manhã em São Paulo, a diretora editorial das femininas do Grupo Abril, Paula Mageste, afirmou que a presença da jornalista reforça a história de CLAUDIA, que sempre esteve com a brasileira em todas as transformações que ela experimentou e tem vivido nas últimas cinco décadas.

Ana Paula apresentou #eutenhodireito, campanha que permeará todas as plataformas da marca CLAUDIA, incluindo a revista, o site, as redes sociais e os grandes eventos.

#EuTenhoDireito dá visibilidade e repercussão às causas femininas já conquistadas, muitas vezes silenciosamente, como o direito de escolher não ter filhos, de deixar a carreira corporativa para empreender, de disputar a mesma oportunidade de trabalho e salário que os homens ou de viver feliz com a orientação sexual com a qual ela se identifica“CLAUDIA é o veículo perfeito para falar com as brasileiras, pois nós, mais do que ninguém, entendemos a diversidade de facetas da mulher contemporânea. Não há apenas um feminismo, mas diversas causas femininas. Cada mulher pode escolher a sua”, disse Ana Paula. Em sua apresentação, a diretora de redação utilizou os dados de pesquisas feitas pelo Instituto de Pesquisa e Inteligência Abril em parceria com o Mindminers e pelo Instituto Locomotiva. Os resultados destacam que quase 40% das mulheres acreditam ter o direito de ser o que quiserem, fazer o que quiserem e de bancar as próprias escolhas.

Mais de 100 pessoas compareceram ao evento de divulgação de #eutenhodireito Divulgação/CLAUDIA

O posicionamento reflete o momento atual das brasileiras, que já conquistaram, em sua maioria, independência financeira. No país, 40% das casas são chefiadas por mulheres; elas decidem o tamanho da família que desejam ter (sozinhas, sem políticas públicas, diminuíram a taxa de fecundidade no Brasil); e são mais escolarizadas que os homens. “Com menos filhos e mais dinheiro, a mulher ganha poder. Hoje, isso significa escolher o que ela quer para sua vida”, descreveu Ana Paula.

O encontro foi encerrado por Alecsandra Zapparoli, diretora editorial e publisher da Abril, que reafirmou a importância de parcerias com o mercado para divulgar e dar ainda mais força à reafirmação dos direitos conquistados pelas mulheres.

Para a estreia de #EuTenhoDireito, CLAUDIA reuniu mulheres com trajetórias fortes, que escrevem suas histórias sem tentar se encaixar em padrões. E encontram a felicidade.

Veja fotos do evento

 

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