5 frases de Mário Sérgio Cortella para te ajudar a refletir sobre sua vida

As ideias do célebre palestrante paranaense servem de inspiração para muitos brasileiros

O filósofo e doutor em educação Mario Sergio Cortella, 62 anos, há mais de uma década é considerado um dos palestrantes mais requisitados do país. Nascido em Londrina, no Paraná, ele tem mais de 17 livros publicados, vários deles best-sellers. Como suas ideias e reflexões servem de inspiração para milhares de pessoas, separamos cinco frases de Cortella que podem contribuir para o seu crescimento pessoal.

“Eu não preciso gostar de todas as pessoas, mas eu preciso respeitá-las”
Em um bate um papo com Patricia Zaidan, editora de CLAUDIA, o filósofo ressaltou o quanto é negativo gastarmos nossas energias criticando de forma grosseira as pessoas nas redes sociais. Isso só contribui para a perda de afeto na convivência e não faz bem para ninguém.

“A tristeza do rio é não poder parar. Se você pode, aproveite”, aconselhou o paranaense em entrevista à revista BOA FORMA. Afinal, por mais ocupada que você esteja, relaxar é fundamental para seu bem estar e, inclusive, contribui para que você realize suas atividades de maneira mais eficiente.

“Um erro deve ser corrigido, e não punido”
Essa frase do filósofo chamou tanto a atenção de seu amigo empresário Luiz Carlos Cabrera que ele passou a usá-la constantemente para aconselhar outros profissionais – como contou na revista VOCÊ S/A. O processo de correção do erro contribui para o nosso crescimento, tanto profissional quanto pessoal, não perca tempo se crucificando. 

“Nós só sentimos a felicidade porque ela não é continua” 
Precisamos saber apreciar as diversas emoções que sentimos. Como dito por Cortella no documentário EU MAIOR, ser feliz o tempo todo não é possível e, se fosse assim, não perceberíamos o valor dessa satisfação plena. Aproveite os momentos de felicidade e guarde-os com carinho. 

“Se você não existisse, que falta faria?”
Pensar na importância que temos na vida de outras pessoas é uma excelente forma de nos avaliarmos como indivíduos. Isso pode provocar um aumento de autoestima, ou acabar sendo um estímulo para uma mudança de atitude. A frase faz parte do livro Viver em Paz para Morrer em Paz: Paixão, Sentido e Felicidade.