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Você sabia…?

Divertidas curiosidades sobre roupas e acessórios que fazem parte da sua vida

Por Redação M de Mulher
Atualizado em 21 jan 2020, 11h07 - Publicado em 7 nov 2008, 21h00

A stripper Micheline Bernardini foi a única
mulher que aceitou posar com o
primeiro biquíni
Foto: Instituto Português de 
Museus (Reprodução)

Biquíni? Coisa de stripper!

Quando o estilista francês Louis Réard criou o biquíni, em 1946, nenhuma modelo quis posar para a divulgação do pequeno traje. Por isso, em todas as fotografias da primeira peça, lá está a corajosa stripper Micheline Bernardini, única a encarar o desafio.

Roxo = rico / azul = pobre

Na época bizantina (por volta de 330 d.C.), valorizava-se as roupas roxas, pois esse tom derivava de um pigmento muito raro, que só a nobreza tinha condições de comprar. Já os pobres usavam muito o azul — a cor era adquirida a partir da uréia, encontrada em abundância devido ao hábito dos tintureiros de tomar muita bebida alcoólica, enchendo baldes e baldes de urina.

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Os primeiros sutiãs não tinham alça!

O sutiã — palavra que vem do francês soutien gorge (“sustentador de seio”) — tem quase 2 mil anos. Mosaicos romanos já mostram mulheres usando uma faixa de tecido sobre os seios chamada strophium. No final do século 19 apareceram, sobretudo nos Estados Unidos e na França, vários desenhos de sustentadores de seios. Mas ninguém se empolgava até que, em 1913, a socialite americana Mary Phelps Jacob emplacou um modelo feito com lenços de seda amarrados por faixas. Um ano depois, patenteou a peça, oficializando seu status de inventora do produto.

Uga-buga fashion

Foi na Pré-História que o ser humano passou a se cobrir com peles de animais para se proteger do clima. Tal proteção foi se tornando sinônimo de poder (era bom caçador) e status (para ficar com as melhores peles, precisava ser importante no grupo).

Contra a tuberculose, use calcinha!

Quem inventou a calcinha foi um tal de Dr. Tilt, em 1859. Ele era um ginecologista inglês e começou a recomendar às suas pacientes que usassem calções por baixo dos vestidos para, supostamente, prevenir a tuberculose.

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Zíper, o “filho” dos cadarços

O zíper nasceu em 1891, com o nome The Original. Criado pelo americano Witcom Jadson, tinha a função de substituir os cadarços dos sapatos e só ganhou o nome atual em 1921. Seu primeiro uso na indústria se deu em malas, porta-níqueis e porta-fumo. A primeira “participação” em roupas acontece na 1ª Guerra Mundial, nas calças dos soldados norte-americanos.

Bermuda contra a lei

A bermuda foi batizada com o nome de sua terra natal, localizada no Caribe. Ela surgiu entre os anos 30 e 40 como forma de driblar as leis locais, que impedia as mulheres de mostrar as pernas.

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Mulher de calça?

A primeira a aparecer publicamente de calças foi a atriz alemã Marlene Dietrich, nos anos 20.

A tenda que virou jeans

Em 1847, o alemão Levi Strauss chegou aos Estados Unidos levando um tecido grosso e escuro, perfeito para fazer tendas. Logo descobriu que os garimpeiros precisavam de uma roupa resistente, capaz de encarar montanhas, lama e terra batida. Esperto, Strauss pegou seu tecido e fez uma “peça” diferente, usando como molde a calça de um marinheiro. Nascia, em 1850, o primeiro jeans. Em 1856, inaugurou sua primeira fábrica, a Levi Strauss & Co.

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Fôrma única para ambos os pés

Apesar de os egípcios já andarem calçados há 5 mil anos, só em 1850 é que os sapatos começaram a ter moldes específicos para os pés direito e esquerdo.

Meia-calça era coisa de homem!

A meia-calça surgiu na Mesopotâmia há 2.200 anos, para proteger soldados do frio e facilitar a montaria. Hoje, modelam as pernas femininas, disfarçando imperfeições como manchas e varizes. Em tempo: 9 km de fios usados para fazer meias-calças pesam apenas 40 gramas!

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