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John Galliano apela contra decisão do tribunal do trabalho francês

O estilista entrou com recurso após a justiça rejeitar suas alegações de demissão sem justa causa.

Por Melissa Vaz Atualizado em 14 jan 2020, 20h10 - Publicado em 19 fev 2015, 16h18

John Galliano e seus advogados apelaram contra a decisão do tribunal do trabalho francês no caso de sua demissão da Dior e de sua grife homônima. A justiça rejeitou o argumento de que o estilista foi afastado sem justa causa e condenou o britânico a realizar um pagamento simbólico de 1 euro para ambas as marcas. As informações são do WWD.

A saída do estilista ocorreu em 2011 depois o vazamento do vídeo em que ele aparece fazendo comentários antissemitas. Após o afastamento, John Galliano entrou com uma ação pedindo 13 milhões de euros por danos morais – que foi negada nesta quinta-feira (19.02).

Durante uma audiência em novembro, o estilista – hoje à frente da Maison Margiela – declarou que seus chefes na Dior e na John Galliano sabiam de sua dependência por álcool e remédios. Por isso, a defesa argumenta que a demissão ocorreu sem justa causa já que teria sido baseada em uma condição médica pré-existente. Os advogados de acusação afirmam que não sabiam dos vícios de John Galliano.

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