5 perguntas para Manu Carvalho

A stylist de Ivete Sangalo dá dicas de moda e estilo

Qual celebridade você adoraria vestir?
Hmmm difícil! Fui a primeira stylist de Carolina Dieckmann, lá em 1997, a primeira da Ivete Sangalo, da Wanessa Camargo, da Taís Araújo, da Ísis Valverde… Trabalho eventualmente com cada uma até hoje – semana que vem visto a Wanessa, por exemplo. Então, acho que posso dizer que realizei desejos e sonhos maravilhosos com elas! Mas, fora daqui, imagina que sonho vestir o Michael Jackson ou o Elvis Presley? Amo e tenho os livros dos stylists deles! E a Beyoncé… Acho bacana ela ser da música e, para um stylist, isso significa ter todas as possibilidades de trabalho – não só de styling, mas também de figurino, com a parte de palco.

2. Quais são as suas apostas para o verão?
Sapatos de solado grosso: sandálias, mocassins, tênis, mas principalmente as sandálias. Capas e quimonos, leques e óculos tipo gatinho espelhados.

3. De qual tendência atual você não gosta?
Já aprendi a abraçar todas as tendências. Como profissional, acho que o ideal é olhar tudo com bons olhos, pois em algum momento podemos precisar usar qualquer tendência como ferramenta de trabalho. Realmente não consigo pensar em nenhuma que não goste.

4. Que dica você dá para quem sempre foi bem básica ao se vestir e quer adotar looks mais estilosos?
Que tal começar pelos acessórios? São menores do que uma calça ou um paletó, certo?  Ao mesmo tempo em que são peças mais periféricas, são fundamentais. Muitas vezes, são os acessórios que dão o tom do look, a alma. Comece prestando mais atenção a eles: funciona!

5. O que você adoraria que toda leitora nossa soubesse sobre moda e estilo?
Sejam vocês mesmas! Na vida, eu acredito que a gente tem a missão filosófica de ser feliz. Então, é fundamental a gente se conhecer, se encontrar, encontrar nosso estilo próprio, o que nos representa, e viver isso plenamente. Lembrando de todos os papéis que interpretamos em nossas vidas: de mulher, namorada, mãe, filha, cliente, fornecedora, chefe, funcionária, cidadã e por aí vai. Se a gente brinca de ser outra pessoa/coisa em algum momento, que tenhamos consciência disso, mas que saibamos quem somos e como devem ser essas nossas espécies de “segundas peles” a cada momento. Sejam vocês e sejam felizes!