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Emma Watson explica síndrome de Estocolmo em “A Bela e a Fera”

A atriz chegou a pensar duas vezes antes de interpretar a personagem por causa da polêmica.

Por Melissa Vaz Atualizado em 20 jan 2020, 20h20 - Publicado em 17 fev 2017, 16h06

Enquanto Emma Watson parece ter sido uma escolha natural para o papel de Bela na versão live-action de A Bela e a Fera, a decisão de aceitar o convite não foi fácil, como contou a atriz à Entertainment Weekly. Na nova edição da revista, a britânica revela que ficou em dúvida se a personagem tinha síndrome de Estocolmo, estado psicológico em que uma pessoa em cativeiro desenvolve sentimentos por seu sequestrador.

Na entrevista, Emma entrega que, no início, pensou bastante sobre a questão. Eventualmente, porém, chegou à conclusão de que Bela se apaixonou pela Fera de uma forma natural, sem perder seu livre arbítrio. “Ela não tem nenhuma das características de alguém com síndrome de Estocolmo porque ela mantém sua independência; ela mantém essa liberdade de pensamento “, acrescentou a atriz.

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“Eu também acho que tem uma questão muito diferente quando ela decide ficar. Ela faz da vida dele um inferno. (…) Na verdade, ela dá o que recebe. Se a Fera bate a porta, Bela bate de volta. Há essa provocação ‘se você acha que eu sou sua prisioneira e vou jantar com você, você está absolutamente enganado'”, explicou Emma.

Outro argumento da britânica é que Bela não se apaixona pela Fera à primeira vista. “Eles se tornam amigos. Há essa troca genuína e a história de amor deles se constrói a partir daí – em muitos aspectos, é mais significativo do que muitas histórias de amor à primeira vista. Eles não têm ilusões sobre quem é o outro. Eles viram o pior do outro, e eles também evocam o melhor de cada um”.

O filme A Bela e a Fera chega aos cinemas no dia 16.03.

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