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Conheça o “Golpinho”, o jogo do BBB17 que a Globo não mostra

Jogo de mesa criado por Rômulo não apareceu na edição do programa e é omitida pelo site oficial

Por Fábio Garcia Atualizado em 20 jan 2020, 20h46 - Publicado em 13 fev 2017, 09h58

Logo após a formação do paredão triplo ontem (12) no Big Brother Brasil esperávamos um grande barraco de proporções épicas com a indicação de Luiz Felipe, aquele que julgava ter o poder de definir a berlinda. Em vez disso, alguém falou “Vamos jogar Golpinho?” e todo mundo foi para a mesa da cozinha se divertir. Mas, afinal, o que é esse “Golpinho”?

Esse jogo foi introduzido por Rômulo na madrugada do último sábado. Ele reuniu um número bom de brothers na cozinha e começou a explicar. Os participantes em si não entenderam tão bem as regras, mas o jogo foi bom o suficiente para que eles passassem a madrugada se divertindo e acentuando as rivalidades. Em um determinado momento, Ieda assassinou Luiz Felipe e, com certeza, o brother não levou isso numa boa.

Você pode até pensar que Rômulo é um grande gênio que, além de diplomata, conseguiu criar um jogo atraente usando como recursos grãos de feijão e tabletes de temperos, porém o “Golpinho” nada mais é que uma versão simplificada de um jogo que existe aqui fora, chamado “Coup”.

Coup – que significa “golpe” em inglês e francês – é um jogo criado por Rikki Tahta em 2012 no qual cada um dos competidores recebe duas cartas de personagens como Assassino, Condessa etc. Cada uma delas tem habilidades especiais e o truque é você blefar sobre os poderes que tem e conseguir, assassinar os outros e ser o último jogador vivo. Assim, o vencedor é quem dá o tal “Golpinho”, como Rômulo adaptou.

Por envolver apenas cartas específicas e moedas, ele é facilmente adaptável para qualquer lugar mesmo para quem não tem o jogo. No YouTube é possível também encontrar muitos vídeos analisando o Coup e ensinando a jogar.

Embora o jogo seja um sucesso dentro do Big Brother Brasil, ele nunca apareceu na edição do programa. Inclusive, quando o jogo é citado no site oficial, a emissora omite o nome “Golpinho”, talvez para evitar qualquer comparação com episódios políticos do Brasil.

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