Assistimos ‘Justiça’ e temos 4 motivos para você ver também

Já adiantamos: primeiro capítulo é eletrizante e não vai te dar vontade de parar

Começa hoje, na Rede Globo, a série Justiça. A atração trará quatro tramas e quatro personagens centrais interligados – e essa conexão dá um enredo de tirar o fôlego. 

O ponto de ligação entre eles são suas prisões: todas elas acontecem em uma mesma noite, no ano de 2009, em Recife (PE). Entretanto, essa não é uma série sobre a velha fórmula de crime e castigo. Trata-se de uma história sobre erro, perdão, redenção e o conceito de justiça diante de nossos valores morais e éticos.

Para quem é assinante do sistema de streaming da emissora, alguns episódios já foram disponibilizados online. É claro, não poderíamos segurar a curiosidade e assistimos ao primeiro deles. Eis o que chamou a atenção:

1. Não dá tempo de piscar

Tudo acontece muito rápido. Tanto a passagem de cenas, quanto o desenrolar da trama andam fluidez. Quando você percebe, está imersa e lá se foram 30 minutos de capítulo.

2. Elenco estrelado

Logo na primeira cena, Debora Bloch e Cássio Gabus Mendes discutem sobre o futuro do relacionamento. Em seguida, Marina Ruy Barbosa e Jesuíta Barbosa trocam beijos a bordo de um iate em alto mar. Em um momento aparentemente banal, chega Cauã Reymond. Muita gente boa reunida. Ponto para eles!

3. Fotografia

Desde Amores Roubados, a emissora já mostra uma nova cara quando o assunto é minissérie. Prepare-se para takes lindos de morrer: cenário, luz e, é claro, atores prontos para te envolver. E, ah, é bem diferente de tudo o que está no ar atualmente, viu?

4. Gostinho de “quero mais”

Para quem acompanha muitas séries e novelas, algo é essencial: a vontade de continuar assistindo. O episódio pode ser incrível, mas, se depois de 20 minutos, você não liga mais, dificilmente continuará na história. Não é o caso de “Justiça”. Logo nos minutos finais, a cabeça já começa a matutar o que virá em seguida. É como se terminasse com uma interrogação daquelas que é impossível ignorar. 

Agora, se me dá licença, vou para o próximo capítulo. Veja um aperitivo enquanto isso: 

 

 

A obra foi escrita por Manuela Dias com a colaboração de Mariana Mesquita, Lucas Paraizo e Roberto Vitorino. A direção artística é de José Luiz Villamarim, e a direção é de Luisa Lima, Walter Carvalho, Isabella Teixeira e Marcus Figueiredo.

 

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