“A depressão não matou Robin Williams”, afirma Susan Schneider

Susan Schneider, viúva de Robin Williams, contou, nesta terça-feira, que o ator americano sofria de demência com corpúsculos de Lewy (DCL), uma doença neurodegenerativa que altera o estado de ânimo, os movimentos e causa muitas alucinações. O mal seria, de acordo com Susan, o grande motivador do ator na hora de tirar a própria vida. “A depressão foi apenas um entre 50 sintomas, e foi um pequeno”, disse a viúva numa entrevista ao canal de televisão americano ABC.

A doença é do foro neurológico e é facilmente confundida com as doenças de Parkinson ou de Alzheimer, uma vez que apresenta sintomas comuns a ambas.“Se o Robin tivesse sorte, ele poderia ter mais três anos de vida. E seriam anos difíceis. E havia uma forte possibilidade de ter de ser internado”, ela explicou.

Robin Williams suicidou-se aos 63 anos. Susan viveu sete anos com o ator. Tinham casado há três.