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Prato do dia: carinho

O talento culinário de Léia Cook não é o único motivo pelo qual as visitas sempre acabam se amontoando na cozinha – o ambiente é puro aconchego

Por Texto: Daniel John Furuno Atualizado em 19 fev 2020, 13h51 - Publicado em 4 ago 2016, 12h29

Herdei de minha mãe o gosto pela culinária. Minha especialidade é o cozido açoriano, com carne e legumes – faz o maior sucesso com a família e os amigos; tem até gente na fila, esperando para ser convidada. Toda vez que recebo visitas, acomodo-as na sala e, quando me dou conta, elas estão na cozinha. Acho que é porque se trata de um ambiente onde procuro resgatar as boas sensações da infância por meio da comida. Pois foi esse mesmo clima acolhedor que busquei criar com a decoração, inspirada nos anos 1950 e 60, mas com um apelo moderno. O arremate fica por conta do arranjo de pratos na parede, reunindo peças de minha mãe e outras que comprei ou ganhei.”

Retrô e no capricho

• Revestidas de azulejos velhinhos, as paredes foram emassadas e pintadas com tinta acrílica fosca na cor Vapor de Água, ref. B397, da Suvinil. Só a área da bancada ganhou peças novas, assentadas sobre as antigas.

• Para o piso, Léia elegeu uma cerâmica que imita ladrilho hidráulico (modelo Mediterrâneo, ref. 8221, da Ceusa. (C&C).

• Transferida do home office, a mesa foi laqueada de amarelo (Juvenil Celso Simões, R$ 1000). O mesmo profissional recuperou e reestofou as cadeiras brancas.

• Armários planejados, que aproveitam ao máximo o espaço disponível, completam a cena.

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