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Cozinha inteira renovada

Enquanto muita gente integra a cozinha à sala, esses moradores fizeram o contrário: completaram a meia-parede da cozinha americana. Saiba o porquê!

Por Texto Lara Muniz e Monica Keiko (apuração) Fotos Marcos Lima Ilustrações Alice Campoy Atualizado em 19 fev 2020, 13h04 - Publicado em 6 fev 2017, 15h29

A mudança da cozinha deste casal teve um bom motivo: o ambiente teria sua área de armazenamento – ou seja, de armários e prateleiras –  multiplicada, o que era prioridade deles. Mas outras paredes foram ao chão. “Eu queria mais espaço na cozinha e, como não precisaria de um banheiro de serviço, aproveitei esse canto para criar uma copinha”, conta a arquiteta Daniela Peres. Depois de tantas mudanças estruturais, quando chegou a hora da decoração, a moradora se animou e tingiu de vermelho- escuro a parede onde colocou os quadrinhos feitos por ela própria. “Aos poucos, quero cobrir toda a superfície com lembranças de viagens e fotos da família.” O preto e o branco das pastilhas de vidro e o tom neutro da marcenaria entraram para equilibrar o visual. Confira também a transformação de uma mesinha de ferro antiga que foi modernizada com pintura.

Ambiente agora é fechado e soma 9,60 m²

• Abrir mão do banheiro de serviço (1) significou ampliar em quase 3 m² a cozinha. Neste canto (2), o casal colocou a mesa que acomoda quatro pessoas.

• Apoiada na parede, a mesa mantém livre a outra cabeceira. Assim o corredor de circulação (3) fica confortável com seus 70 cm de largura.

• A fim de conquistar espaço para armários, o vão (4) entre o ambiente e a sala foi fechado com drywall e a porta da lavanderia (5) ganhou o centro da parede.

Marcenaria sob medida e iluminação bem planejada valorizam as soluções do espaço

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• Os armários acima da pia embutem pontos de luz, que facilitam na hora de preparar a comida.

• Parte dos azulejos brancos da parede da pia permaneceu após a obra, agora acompanhados de uma faixa de pastilhas de vidro, também destinadas à área de refeições.

• Confeccionado pela mãe de Daniela, um almofadão retangular, com jeito de futon, deixa mais confortável o banco feito pelo marceneiro.

• Em vez de ocupar os cantos com armários em L, a arquiteta os estendeu até o fim da parede. A solução trouxe economia, já que módulos de canto são mais caros.

• Como desejava luzes pendentes sobre a mesa, a moradora precisou adaptar os armários suspensos da área: se as portas abrissem do modo tradicional, bateriam nas luminárias. Por isso foram usadas ferragens do tipo camarão, que “dobram” as portas (veja foto inferior na pág. ao lado).

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