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Alicia Keys não quer que os filhos assistam a ‘Branca de Neve’

A cantora, que acabou de lançar um álbum novo e um curta-metragem sobre racismo em Nova York, se preocupa MUITO com a educação de seus filhos.

Por Giovana Feix Atualizado em 21 jan 2020, 02h37 - Publicado em 4 nov 2016, 16h54

Muito além de se preocupar com o que passa no rosto, Alicia Keys se preocupa, de fato, com aquilo que seus dois filhos, Egypt, de 6 anos, e Genesis, de 10 meses, consomem. A cantora não quer, por exemplo, que os filhos assistam a um dos maiores clássicos de nossas infâncias: Branca de Neve e os Sete Anões.

Em entrevista à revista The Edit, do site Net-A-Porter, ela falou recentemente sobre estas questões. “Eu fico com o pé atrás em relação a alguns clássicos; não quero que meus filhos assistam. [‘Branca de Neve’] é totalmente sexista, misógino”, opina Alicia. “Ela fica limpando a casa para sete anões!“.

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Dope day running around my city! Thank you #TheEdit & @netaporter 💜 #AliciaIsHERE 📷: @quentindebriey

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Pode até parecer difícil se distanciar o suficiente dos clássicos da infância para questionar coisas assim, mas a cantora tem certa razão.

“Não tem nada de errado com uma mulher que escolhe ficar em casa com sua família – é um trabalho f*da”, ela admite. “O problema é a forma na qual é abordada a questão no filme”.

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Junto com ‘Branca de Neve’, vários filmes da Disney merecem de fato ser questionados – principalmente por quem tem filhos. Assistindo aos filmes junto dos pequenos, é possível conversar sobre alguns aspectos, como a dependência de um ~herói~ masculino e os corpos (e cinturas!) de tamanhos absurdos nas personagens femininas, por exemplo.

 

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Depois de quatro anos sem novidades musicais, Alicia lançou hoje (04) seu mais novo álbum: Here – disponível para streaming nas principais plataformas da internet.

Para divulgar o trabalho (e, acima de tudo, para abordar mais temas ~espinhosos~), ela lançou ontem um filme de 20 minutos chamado de “The Gospel“. Disponível na íntegra no YouTube, o curta fala de racismo, violência policial, feminismo e homofobia em Nova York, a cidade onde ela nasceu e cresceu.

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