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Esculturas de aço de artista capixaba encantam pelas dimensões

Em seu ateliê em Vitória, o escultor José Carlos Vilar estabelece um diálogo criativo com o aço, que, a princípio de natureza indomável, torna-se dócil como folha de papel nas mãos do artista

Por Por Mayra Navarro e Luciana Jardim | Fotos Luis Gomes Atualizado em 25 Maio 2022, 19h06 - Publicado em 11 mar 2015, 20h05

 

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O capixaba José Carlos Vilar ( foto) lembra-se com clareza da primeira obra de aço que criou em 1972. “Era uma escultura de 2 m de altura e com nuances de figuração e abstração”, conta. A linguagem tridimensional despertou seu interesse há mais de 40 anos, quando iniciou os estudos no Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo (CAR-Ufes). Atualmente, ele trabalha no ateliê de 300 m², produzindo peças de aço corten e carbono em grandes dimensões, expostas como arte pública e também em casas e mostras de decoração, a exemplo da última edição da Casa Cor Espírito Santo, que recebeu um modelo inspirado em armadilhas de pesca. A natureza, aliás, é sua maior referência. “As precisas formas dos cristais, as composições dos cipós e das matas – tudo tem muita riqueza. Essas imagens norteiam meu trabalho”, revela.

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