Vale a pena inflar o currículo para impressionar um empregador?

A autenticidade de todas as informações que você passar à frente é muito mais valiosa (financeira e moralmente) do que o mico de ser desmascarada

Meus colegas riem de mim por eu me recusar a dar uma enfeitada no currículo, tipo chamar de fluente meu inglês mediano ou inflar a audiência do meu blog. Vale recorrer a esses  “pequenos exageros” para impressionar um investidor ou empregador?

Não vale. Até mesmo no Vale do Silício, onde inflar dados e qualificações já foi prática comum, o recurso não cola mais e, pior, é checado com cada vez mais rigor e facilidade.

Você pode conseguir abrir uma porta por meio de propaganda enganosa sobre você mesma ou sua empresa, mas os filtros contra fake news estão cada vez mais acessíveis e implacáveis.

Seus colegas podem rir, mas a autenticidade de todas as informações que você passar à frente é muito mais valiosa (financeira e moralmente) do que o mico de ser desmascarada. No final, o mundo do dinheiro está mais interessado em investir na sua verdadeira visão, inteligência e preparo do que em apostar em meias-verdades marqueteiras.

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