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Sou amigo de aluguel de mulheres maduras

Já fui assediado por uma cliente, mas fugi dela. Comigo não tem sexo, não!

Por Redação M de Mulher Atualizado em 21 jan 2020, 09h48 - Publicado em 14 jan 2009, 21h00
Sou amigo de aluguel de mulheres maduras

O segredo para esse negócio dar 
certo é ser gentil e  respeitador.
Foto: Reginaldo Teixeira

Sou professor de dança há 12 anos, mas o que tem pago as minhas contas nos últimos tempos é ser amigo de aluguel de mulheres maduras. Não sou garoto de programa. Sexo nos encontros não rola! O meu trabalho é acompanhar minhas clientes em eventos ou tarefas domésticas.

Acho que o segredo para esse negócio funcionar é ser gentil e respeitador. Claro que, às vezes, isso custa um pouco caro. Já precisei fugir de cliente que acabou confundindo as estações e se apaixonou por mim. Comecei a acompanhar a mulher em bailes, até que, certa noite, ela começou a fazer carinho na minha perna por debaixo da mesa…

Ela queria que eu tomasse champagne

Fiquei tenso, dei um sorriso e, discretamente, afastei minha cadeira da mesa. Mas a cliente não se deu por satisfeita: me chamou para tomar um champanhe na casa dela e aproveitar para pegar o presente de aniversário do meu filho. Eu, que não sou bobo nem nada, fugi dela.

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Quando terminou o compromisso, deixei-a na portaria do prédio dela e disse que estava na hora de ir embora. Ela se insinuou mais algumas vezes para mim, mas depois percebeu que desse mato não sai cachorro, não! O pior é que até hoje ela continua tentando marcar de sair comigo…

Já namorei alunas, não deu certo…

Até misturo a minha vida profissional com a pessoal, mas não a esse ponto. As clientes mais antigas conhecem a minha família. Mas daí a ter um envolvimento íntimo, não dá! A coisa pode descambar.

O problema é que, se eu ficar com uma delas, vou começar a perder a clientela. Falo isso porque já fui professor de academia de dança e namorei algumas alunas. Deu muita confusão, e ainda perdi uma aluna! O que as pessoas precisam ter em mente é que o meu serviço é proporcionar diversão. Ponto.

Comecei acompanhando senhoras a bailes. Com o tempo, passei a ser chamado para programas sem dança. Na verdade, são programas leves que faço com as clientes. Já neguei levar uma delas a uma boate de striptease masculino. Sugeri um barzinho no centro do Rio, onde o show era mais leve e até divertido. Mas isso não foi nada! Teve um senhor que me chamou pra ir ao cinema. Expliquei que minha clientela era feminina e, definitivamente, o trabalho não era sexual. Ele falou: “Não quero nada sexual. É só carinho!”.

Em agosto de 2005, lancei um site para explicar meu trabalho e evitar qualquer mal-entendido. Ainda assim, acho que o que atrai clientes é a divulgação boca a boca. Não tenho do que reclamar: minha agenda está sempre cheia!

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