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Como funcionam os programas de financiamento de estudos

Programas de financiamento são uma saída para quem quer cursar universidades privadas, mas não tem muito dinheiro

Por Redação M de Mulher Atualizado em 17 jan 2020, 10h04 - Publicado em 20 nov 2011, 21h00

Não deixe de estudar: programas de financiamento são uma saída para quem quer cursar universidades privadas
Foto: Getty Images

 

A falta de dinheiro não é mais motivo para descartar as universidades privadas na hora de fazer o vestibular. Dependendo da sua renda familiar e do valor do curso, você pode recorrer a programas de financiamento que ajudem a custear os seus estudos. Mantido pelo governo federal, o Programa de Financiamento Estudantil (Fies) é o mais abrangente do país. Ele pode ser contratado em qualquer momento da sua vida universitária em uma agência da Caixa Econômica Federal. Mas é necessário obedecer a algumas condições – o curso deve ser reconhecido pelo Ministério da Educação, e o candidato precisa ter feito o Enem, por exemplo.

Para financiamento integral, a mensalidade deve corresponder a mais de 60%* da sua renda familiar per capita (o total de dinheiro que a sua família ganha dividido pelo número de integrantes). Mas, se a mensalidade for equivalente a pelo menos 20%* da renda, já é possível financiar metade do curso. Ou seja, se o valor for de R$ 800 por mês, você paga R$ 400, e os outros R$ 400 serão pagos pelo Fies.

Após a formatura você tem um prazo até três vezes maior que a duração do curso para quitar a dívida com o Fies. Além do valor emprestado, paga-se uma taxa de cerca de R$ 50* a cada três meses – durante o curso e nos 18 meses depois dele – referente a juros. Só não pode deixar de honrar a dívida!

Isto ajuda

O Programa PraValer (www.creditouniversitario.com.br) é uma espécie de “Fies particular” que financia cursos em mais de 100 universidades cadastradas. As condições variam de acordo com a instituição. Bancos privados, como o Itaú e o Santander, também têm programas de financiamento. Só que eles não são direcionados ao pagamento das mensalidades, mas às despesas complementares, como material de estudo.

Porcentagens e preços pesquisados em outubro de 2011
 

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