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Pele perfeita: as 3 tendências de cuidado com a cútis

Os movimentos que estão em alta no mercado para quem está à procura da pele dos sonhos.

Por Carol Salles Atualizado em 20 jan 2020, 12h04 - Publicado em 18 jun 2017, 15h00

Malhação facial

Pois é: a ginástica facial existe e dá certo, e não envolve pesos e aparelhos. Feita com os dedos ou pela contração dos músculos, segundo a esteticista e cosmetóloga Roseli Siqueira, de São Paulo, ajuda a prevenir rugas, fortalece os músculos e ativa a circulação. O resultado é uma pele mais elástica, firme e jovem. A francesa Joëlle Ciocco, epidemiologista e bioquímica, é outra entusiasta da massagem facial. Famosa em seu país de origem, teve sua massagem trazida ao Brasil pela compatriota Olivia Camplez, proprietária da loja Dominique Maison de Beauté, em São Paulo. Vale marcar um horário com as entusiastas para conhecer.

Skinfoods

Já ouviu falar neles? A tendência traz os alimentos queridinhos das dietas no formato de ativos para protagonizar produtos e tratamentos dedicados à pele.

Rico em vitamina A, o ovo ajuda na prevenção e no tratamento de manchas, poros dilatados e até sinais da idade.

Máscara Egg White Pore Mask, Skinfood, US$ 11, theskinfood.us.

O extrato de quinua é um excelente antioxidante, tendo na casca da semente um ótimo esfoliante.

Sérum Nightly Refining Micro-Peel, Kiehl’s, R$ 338, kiehls.com.br.

Peeling químico

A Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos registrou, em 2016, uma queda de 40% na procura por cirurgias estéticas, o que mostra que estamos dando chance aos tratamentos menos imediatistas. Um exemplo dessa tendência são os peelings químicos. No lugar das esferas sintéticas, usadas nos peelings físicos para esfoliar a pele, eles trazem ativos que estimulam e aceleram a renovação celular. À base de ácidos poderosos, como o glicólico e o salicílico, os esfoliantes químicos são considerados menos agressivos justamente por agir de dentro para fora. Na prática, isso significa menos efeitos colaterais, como vermelhidão e ardor. Ainda assim, eles são capazes de tratar questões como acne, melasma e rugas, tendo até versões para uso em casa como manutenção dos efeitos conquistados no consultório. Para os lasers, também existem novidades, com a aplicação intraoral, ou seja, por dentro da boca, conquistando espaço. “A mucosa dessa região é muito fina e a energia do laser atinge facilmente os músculos, a gordura e a pele, melhorando a flacidez na parte inferior do rosto”, explica o dermatologista Cristiano Kakihara, de São Paulo.

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