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Pansexual e panromântica: uma conversa aberta com Nátaly Neri

Estrela de capa da Boa Forma de junho, a produtora de conteúdo fala sobre sexualidade, afetividade e um jeito mais calmo de viver

Por Da Redação Atualizado em 19 jun 2022, 18h52 - Publicado em 19 jun 2022, 18h51

Nátaly Neri é cientista Social, estudiosa da aromaterapia, amante dos brechós e vegana. Criadora de conteúdo na internet com mais de 700.000 seguidores só no Instagram, ela se recusa a se limitar a um único papel. Capa da edição digital de junho da revista Boa Forma, ela abraça a pluralidade e conta como escolheu um caminho de presença digital mais cuidadoso, no melhor estilo “viver primeiro e compartilhar depois”.

Nátaly Neri: trechos da conversa de abrir mentes e corações, na capa digital de junho da Boa Forma
Nátaly Neri: trechos da conversa de abrir mentes e corações, na capa digital de junho da Boa Forma Ju Frug/BOA FORMA

Na conversa com a jornalista Marcela De Mingo, Nátaly compartilhou como a sua relação com a sexualidade e a afetividade mudou ao longo dos anos. Confira quatro trechos da entrevista para abrir a mente e o coração para todas as formas de amor.

1. Quando eu falava na internet, as pessoas não entendiam. Elas falavam “O que você é?”. E a única resposta que eu tinha era: “eu não sou hétero”. 

2. Hoje eu me entendo uma pessoa pansexual, mas eu falo isso ao nível de abreviação, porque, na verdade, eu sou uma pessoa panromântica. Eu entendi o panromantismo como uma comunidade assexual. Olha a volta que eu dei para chegar no meu lugar!

3. Eu entendi que é possível separar sexualidade de afetividade. O meu desejo sexual não anda junto com o meu desejo afetivo. Um pode ser independente do outro, pode existir sem o outro ou com o outro. 

4. Eu passei por esse momento de questionamento, inclusive trazendo como foi difícil pra mim entender a minha sexualidade tardiamente. Você tem um processo de confusão e de ressignificação de todas as suas experiências afetivas e sexuais antes disso. E me encontrar dentro da comunidade LGBTQIAP+ foi fundamental, porque eu encontrei um lugar de pertencimento, mas também de desconforto, porque a gente não chega sozinho.

Para ler na íntegra a entrevista com Nátaly Neri, clique aqui.

 

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