Prêmio CLAUDIA 2026 ganha novo palco no Copacabana Palace
26ª edição celebra as trajetórias de 24 mulheres indicadas em oito categorias
O Prêmio CLAUDIA volta a Copacabana em 2026, desta vez em um dos palcos históricos do Rio de Janeiro. Depois de celebrar sua 25ª edição no Roxy Dinner Show, a premiação chega ao Teatro Fernanda Montenegro, no Copacabana Palace, onde Fátima Bernardes conduz a cerimônia no dia 24 de novembro, às 19h30.
Desde 1996, o prêmio dá visibilidade a mulheres que transformam o Brasil com seu trabalho, da educação e da cultura à saúde e à defesa de direitos. Neste ano, são 24 indicadas em oito categorias.
A edição tem patrocínio de BASF Soluções para Agricultura, TIM e Bayer.
Quem são as indicadas ao Prêmio CLAUDIA 2026?
Direito das Mulheres
- Andréa Pachá
- Debora Diniz
- Kyra Gracie
Educação
- Cristine Takuá
- Débora Garofalo
- Silvana Bahia
Sustentabilidade
- Aline Matulja
- Giovanna Nader
- Vilena Silva
Trabalho Social
- Claudia Werneck
- Geyze Diniz
- Ivete Sangalo
Cultura
- Alice Carvalho
- Eliana Alves Cruz
- Laísa Lima
Agronegócio por BASF Soluções para Agricultura
- Alessandra Zanotto Costa
- Belisa Maggi
- Carla Nemitz
Empreendedorismo e Negócios
- Bianca Andrade
- Leila Pereira
- Sandra Chayo
Saúde e Inovação
- Ana Helena Ulbrich
- Anna Luísa Beserra
- Beatriz Grinsztejn
Destaque do Ano
- Cármen Lúcia
Quem foram as vencedoras do Prêmio CLAUDIA 2025?
A 25ª edição do Prêmio CLAUDIA foi realizada em 9 de dezembro de 2025, no Roxy Dinner Show, no Rio de Janeiro, com apresentação de Giovanna Antonelli. Fernanda Torres recebeu a homenagem de Destaque do Ano.
Entre as premiadas, Tarciana Medeiros venceu em Empreendedorismo e Negócios por sua trajetória até a presidência do Banco do Brasil.
Ana Maria Gonçalves foi reconhecida em Cultura por sua contribuição à literatura brasileira, e Txai Suruí levou o prêmio de Sustentabilidade por sua atuação em defesa da Amazônia e dos povos indígenas. Paloma Coutinho venceu em Educação por seu trabalho para ampliar o acesso ao conhecimento.
A advogada Juliana Souza venceu em Trabalho Social por sua atuação no combate ao racismo, e Luciana Temer foi premiada em Direitos das Mulheres pelo enfrentamento à violência sexual.
Nath Finanças levou o prêmio de Influência Digital por tornar a educação financeira mais acessível, e a médica e pesquisadora Claudia Suemoto venceu em Saúde por seus estudos sobre Alzheimer e outras demências.
Os momentos que marcaram o Prêmio CLAUDIA
Paulo Freire e Ruth Cardoso integraram o júri da primeira edição, em 1996. Ao longo dos anos, o Prêmio CLAUDIA deu visibilidade a trajetórias como a de Maria Clara de Sena, primeira mulher trans reconhecida pela premiação. Ela venceu na categoria Políticas Públicas em 2016. Naquele mesmo ano, Neide Silva foi premiada em Trabalho Social pelo Vida Corrida, projeto de inclusão pelo esporte no Capão Redondo, em São Paulo.
Entre as homenagens especiais, o prêmio já celebrou nomes como Bibi Ferreira, Lygia Fagundes Telles e Maria da Penha. Em 2015, a honraria foi coletiva, dedicada às mulheres refugiadas. Hebe Camargo, homenageada em 2011, também protagonizou um dos momentos mais lembrados do prêmio ao cantar Como É Grande o Meu Amor por Você ao lado de Verônica Ferriani.
O palco também guardou momentos como a apresentação de uma canção inédita que Francis Hime compôs para a revista, em 2006, e a performance de Daiane dos Santos ao som de Brasileirinho, em 2008.
Teatro Fernanda Montenegro foi palco da estreia profissional da atriz
Inaugurado em 1949 com a peça A Mulher do Próximo, de Abílio Pereira de Almeida, o teatro do Copacabana Palace foi palco da estreia profissional de Fernanda Montenegro em 1950, na montagem de As Alegres Canções na Montanha. A atriz voltou à casa em espetáculos como Mary Mary, em 1963, e Plaza Suíte, em 1970.
O teatro fechou em 1994 e reabriu em 2021, após uma restauração. Em abril de 2026, ganhou o nome de Fernanda Montenegro em homenagem à atriz que mais vezes ocupou seu palco. Entre os artistas que também passaram pela casa estão Cacilda Becker, Paulo Autran, Tônia Carrero e Marília Pêra.
Copacabana Palace é um marco da vida cultural do Rio
Inaugurado em 1923, o Copacabana Palace se tornou um dos edifícios mais reconhecíveis da orla carioca. Projetado pelo arquiteto francês Joseph Gire, o prédio foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1986.
A história do hotel também passa pelos espetáculos do Golden Room, salão que recebeu artistas como Carmen Miranda, Josephine Baker, Ella Fitzgerald e Nat King Cole.
Em 2006, os Rolling Stones reservaram um andar inteiro do hotel para a passagem pelo Rio. Em 2024, Madonna e sua equipe ocuparam cerca de 90 quartos para o show gratuito na orla. Antes de ir embora, a cantora deixou um recado no Livro de Ouro do hotel, com um elogio à vista para o mar.
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