Figurinos de Nobreza do Amor: o significado por trás dos looks de Alika
Com referências culturais, tecidos leves e detalhes cheios de significado, o figurino acompanha cada fase da personagem
O figurino de Nobreza do Amor tem se consolidado como um dos principais destaques da novela das seis. Em meio a reinos fictícios, disputas de poder e um romance que atravessa continentes, a construção visual da trama vai além da estética e se torna parte central da narrativa.
Vivida por Duda Santos, a protagonista transita entre dois universos bem definidos — o da realeza africana e o do Brasil dos anos 1920. É nesse contraste que se constrói a força estética da novela, marcada por figurinos que traduzem identidade, transformação e pertencimento. Confira:
Look com raízes ancestrais
No início da trama, a princesa Alika surge como parte da realeza de um reino africano fictício, com um figurino que aposta na grandiosidade. Tecidos estruturados, bordados ricos e uma paleta dominada por dourado e vermelho ajudam a construir uma imagem de poder e pertencimento.
No look com o uso de amarrações, sobreposições e tons terrosos e avermelhados, o tecido parece ganhar vida com o movimento, enquanto os acessórios — colares e pulseiras— constroem uma imagem forte e cheia de presença.
Nos primeiros momentos, os looks apostam em sobreposições, acessórios e elementos muito presentes na cultura africana, como os brincos imponentes, os adornos no cabelo e o acessório no pescoço.
As referências dialogam com os povos iorubás, bantos e masais, além do uso de tecidos tradicionais associados à nobreza, como o Aso Oke.
A ideia não é ser um figurino literal ou histórico — é uma releitura estética, que mistura elementos culturais com liberdade criativa. O resultado são looks impactantes, cheios de textura, volume e simbologia.
Vestido de noiva
O figurino conta uma história
Ao longo da narrativa, a personagem deixa o reino e chega ao Brasil, assumindo uma nova identidade. E é nesse momento que o figurino muda completamente e com propósito.
Os brincos diminuem, a maquiagem fica mais contida e as roupas ganham cortes mais fechados e discretos, dialogando com esse novo ambiente.
Ainda assim, alguns elementos permanecem, como o acessório no pescoço, criando uma ponte entre quem ela foi e quem precisa ser.
O look azul estruturado, combinado com acessórios discretos, traduz esse novo momento com precisão. A silhueta fica mais marcada, os tecidos encorpados e a composição ganha um ar formal — como se cada escolha estivesse ali para expressar pertencimento.
Sai a imponência da realeza, entram tecidos diferentes, silhuetas marcadas e referências à moda dos anos 1920, com influência do art déco (bordados geométricos e simetria) e da alfaiataria europeia. As amarrações, punhos marcados e detalhes artesanais destacam esses elementos.
Em outra produção, o uso do colete estruturado em tons de vermelho e marrom, combinado com a camisa de mangas bufantes, traz um diálogo direto com a estética da época, mas com personalidade.
As boinas, em diferentes cores, surgem como um dos elementos mais marcantes dessa nova fase de Alika. Elas aparecem quase como uma assinatura do momento em que a personagem passa a ocupar diferentes espaços, ajudando a compor produções mais alinhadas a esse novo contexto.
No figurino branco de linho, o frescor aparece como protagonista, alinhado ao calor do Rio Grande do Norte — onde a novela se passa.
A paleta também se transforma: tons terrosos, azuis e verdes passam a dominar, refletindo o cenário brasileiro e a tentativa da personagem de se adaptar a uma nova realidade.
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