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O carnaval de São Paulo vai ter uma ~realeza~ LGBT em 2017

A organização carnavalesca da capital paulista lançou um concurso para rainhas trans, drags, travestis e LGBTs.

Por Giovana Feix Atualizado em 20 jan 2020, 22h48 - Publicado em 16 jan 2017, 11h16

Depois de a Globeleza ter aparecido vestidíssima “na tela da TV, no meio desse povo”, mais uma notícia linda sobre o carnaval brasileiro: na maior cidade do país, além do clássico rei momo, da rainha e das princesas que marcam esta festa, também será coroada uma realeza LGBT em 2017. Não é lindo?

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Reprodução/Giphy

O propósito da novidade é lutar, até nos dias mais festivos do ano, contra o preconceito. Em entrevista ao Ego, o presidente da União das Escolas de Sampa Paulistana (UESP), Kaxitu Ricardo Campos, conta que sua instituição sempre se preocupou em contribuir com a sociedade.

“Dentro disso, em novembro, fizemos um fórum que falava sobre a luta contra o preconceito. A partir daí, começamos a pensar em como reconhecer e integrar melhor o folião LGBT”, ele conta. “O samba é muito inclusivo, mas sabemos que a sociedade é preconceituosa e, por isso, há intolerância também entre nós do carnaval. Temos que combater“.

Para quem tem entre 18 e 40 anos (e sempre quis ser da realeza), participar do novo concurso é simples: até o dia 20 de janeiro, é preciso levar à sede da UESP uma carta de indicação, assinada por uma agremiação filiada à instituição, além de foto e da ficha de inscrição. O endereço é Rua Rui Barbosa, 588, Bela Vista, São Paulo. Além de serem coroados, os vencedores também ganham a quantia de R$1.000 – e fazem parte de uma festa cada vez mais inclusiva.

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