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5 dicas inusitadas para melhorar sua autoestima

Quando as sugestões tradicionais não forem suficientes, siga caminhos alternativos para se sentir melhor

Por Raquel Drehmer - Atualizado em 20 jan 2020, 15h48 - Publicado em 18 abr 2017, 14h13

Manter a autoestima em dia é um exercício sem fim para muita gente. Como sua construção vem lá da infância e da adolescência, que nem sempre são um mar de rosas, não é raro que ela precise de um reforcinho aqui e outro ali para garantir um bem-estar contínuo.

As sugestões tradicionais a gente já conhece: ame-se como você é, reconheça e aceite seus defeitinhos, dê-se um mimo de presente de vez em quando, e assim por diante. Mas e quando nem eles funcionam?

Bom, daí é hora de lançar mão de recursos menos comuns. Veja, a seguir, seis modos inusitados de dar aquele up na sua autoestima.

 

Fale sozinha

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O assunto: você. Suas vontades, seus problemas, seus desafios.

Falar em voz alta ajuda a analisar sua vida por outro ângulo – quase como se você se visse como uma personagem –, a perceber onde pode melhorar, a estabelecer metas e limites.

Pode fazer perguntas e responder, pode desabafar, pode comemorar algum feito. O roteiro é totalmente seu. O ambiente também é você que escolhe: pela casa como um todo, apenas durante o banho, dentro do carro ou mesmo andando na rua. Vai da sua disposição.

Ariel Skelley/ThinkStock

 

Seja adepta da power pose

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A linguagem corporal faz toda a diferença na forma como nos vemos e também como os outros nos veem. Por isso, o recomendado é sempre andar e sentar ereta, olhando o mundo e as pessoas com a cabeça erguida (mas não a ponto de parecer arrogante, claro).

Existe um turbo para isso: a power pose – ou “Pose da Mulher Maravilha”. Antes de sair de casa para cuidar da sua vida, pare por dois minutos em frente ao espelho com os braços flexionados como um açucareiro e as mãos nos quadris. Olhe-se de frente, com o rosto elevado, e permaneça olhando-se nos olhos, vendo ali uma mulher poderosa.

Pronto! Seu dia já será melhor, pode apostar!

Reprodução/Reprodução

 

Encontre-se com amigas uma vez por semana para vocês trocarem elogios

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Para dar certo, vocês precisam combinar que toda a conversa girará em torno das qualidades de cada uma, das conquistas recentes, de como vocês são legais e incríveis. Só coisas positivas. Nada de falar dos problemas, chorar as pitangas, lamentar o boy perdido.

A ideia é reforçar o que você já sabe que é legal em sua personalidade e em sua vida, mas que fica muito mais real quando vem de outras pessoas.

Todas sairão desse encontro com a alma lavada e uma autoimagem muito melhor.

BananaStock/ThinkStock

 

Pare de olhar as redes sociais de quem você não gosta

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Sabe aquela espiadinha no Facebook ou no Instagram do ex, da ex do atual, daquela pessoa de quem você não gosta muito, só para saber como anda a vida dessas pessoas? Pare já de fazer isso!

Por mais inocente que pareça, essa olhadinha pode levar a alguma comparação involuntária. E nem sempre a comparação será vantajosa para o seu lado, o que coloca a autoestima lá embaixo.

Essas pessoas não fazem diferença nenhuma em sua vida, deixe-as pra lá e foque essa energia em você. Tenha força de vontade ou bloqueie os perfis, mas não entre mais nessa.

AntonioGuillem/ThinkStock

 

Faça uma relação de seus erros do passado – e a elimine em seguida

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Todo mundo erra, e você não precisa se torturar por causa de seus tropeções. É importante aprender com o que fez de errado e procurar não repetir, claro, mas acaba por aí.

Se apenas tentar se conscientizar disso não for suficiente para você, o jeito é fazer algo mais físico: relacionar por escrito os erros que você mais sente até hoje e, no final, eliminar esse papel (pode ser rasgando, amassando, picotando, ateando fogo… como você se sentir melhor). A sensação de ver aquilo se desmanchando ajuda a eliminar esse peso.

Mas faça isso em segurança: não é para a história terminar com a visita dos bombeiros à sua casa, hein?!

Reprodução/Reprodução

 

Fontes: Lizandra Arita, psicóloga especializada em autodesenvolvimento, rebirthing e gerenciamento de emoções, e Sabrina Gonzales, psicóloga e psicoterapeuta

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