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2015 foi o ano do feminismo na Internet

Campanhas como #HeForShe, #MeuPrimeiroAssédio e #MeuAmigoSecreto ajudaram a trazer luz para temáticas feministas

Por Gabriela Kimura Atualizado em 21 jan 2020, 16h14 - Publicado em 18 dez 2015, 14h53

Aos poucos o mundo está mudando.Temas como violências contra a mulher, homofobia, transfobia, racismo e gordofobia estão nos principais assuntos debatidos na internet (e fora dela) – e isso é ótimo. Ainda enfrentaremos muitos desafios, mas é um grande avanço que eles estejam estampando capas de revistas, se transformando em questões de provas nacionais como o Enem e ganhando força com o apoio de celebridades e personalidades públicas importantes.

O Think Olga, em parceria com a Agência Ideal, fez um infográfico que conta como o feminismo cresceu em 2015 nas buscas do Google, no Twitter e também nas conquistas na esfera pública. O digital foi um dos grandes campos de batalha do movimento – e trouxe muita esperança para uma sociedade melhor para todos. Para Juliana de Faria, jornalista e fundadora da Olga, 2015 foi um ano catártico. “É possível olhar para parte desses números e enxergar a misoginia intrínseca à nossa sociedade. Mas é possível também ter outro olhar, o de mudança e transformação. Se enxergamos hoje a gravidade do primeiro assédio, é porque houve um despertar coletivo, coragem e resistência feminina para jogar luz em um problema que sempre existiu, mas estava debaixo dos panos. Era encarado como questão de menor importância. E esse passo importante foi tomado graças à coletividade, à colaboração. A internet é uma ferramenta poderosa de movimentação e transformação, mas principalmente de união. De conectar mulheres diferentes, em locais diferentes, com backgrounds diferentes, mas com histórias, traumas, medos e sonhos iguais.  E é isso que esse infográfico mostra”, afirma.

Aos poucos estamos construindo um mundo melhor para nossas irmãs, amigas, mães, filhas, sobrinhas. E a mudança sempre assusta, mas carrega muita esperança com ela.

Divulgação
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