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Por uma vida mais leve (e mais gostosa!)

Mudanças simples de atitudes diárias podem deixar a rotina bem mais prazerosa. E não precisa ser nada radical, viu?

Por Abril Branded Content 29 jun 2018, 14h56

Verdade seja dita, quem leva a vida de maneira mais leve encontra muito mais prazer no dia a dia. E não estamos falando de medidas drásticas, como largar o emprego desgastante, mudar para uma cidade mais tranquila ou entrar para a turma do yoga das 5 da manhã – porque é seu único horário livre na agenda.

Na maioria das vezes, pequenas intervenções no cotidiano trazem grandes melhorias para sua rotina. Se isso soa como utopia para você, algo impossível de acontecer diante dos compromissos e obrigações que pedem mais do que as 24 horas diárias, saiba que tem gente que conseguiu alcançar a leveza ou, pelo menos, reduzir o ritmo da correria e encontrar mais motivos para sorrir e cuidar do próprio bem-estar.

A especialista em mídias sociais Beatriz Zogaib, 35 anos, por exemplo, encontrou sua liberdade trocando as novelas na TV aberta por séries em serviços on demand. “Eu era aquela que não perdia o programa por nada, mas tinha que estar disponível naquele horário determinado para assistir. Através das séries, redescobri um tempo só meu, sem pressa ou pressão, com um universo de possibilidade para escolher como quero terminar o meu dia. Me sinto tão livre”, afirma.

Além da “desobrigação” de estar em frente da televisão nos horários definidos, Beatriz comemora poder praticar o inglês, conhecer outras culturas e enxergar um universo que vai “além do seu umbigo”, como ela mesma define. Hoje, a especialista segue acompanhando o noticiário na TV aberta (mas não todos os dias) e os canais por assinatura que têm a ver com seus gostos. “Mas sabe aquela obrigação diária de sentar para ver algo que ‘escolheram’ pra mim? Não tenho mais”, comemora.

Fotos que transformam o dia

Gabriela Saueia, 29 anos e freelancer, encontrou sua válvula de escape em um hobby: a fotografia. Ela começou a clicar nos tempos de idas e vindas da faculdade, acompanhadas de estágios que acumulavam pressões e refletiram em diversos problemas de saúde por causa de estresse. Foi naquela época que passou a registrar o pôr do sol e criou um projeto, batizado de “depois das seis.“,como forma de amenizar as tensões que acumulava.

“Foi a maneira que encontrei de buscar um pouco de paz no meio do nosso dia a dia, dessa correria que a gente vive e que, às vezes, nos faz esquecer das coisas bonitas – os detalhes mesmo – que acabam passando despercebidas”, lembra. Apaixonada pelo céu, seu escape pessoal a fez prestar mais atenção nos dias e ver (e viver) São Paulo de outra maneira.  “Percebi que as coisas mudam se a gente olhar pra elas de um jeito diferente. Minha relação com a cidade mudou e meus dias ficaram mais leves depois que comecei a olhar o céu e buscar o pôr do sol todos os dias”, avalia.

Além das fotos que divulga no Instagram do projeto, Gabriela espalha lambe-lambes das imagens pela cidade. “Isso também ajudou bastante a tornar as coisas mais leves, porque, além de deixar um pouco de céu da cidade espalhado pela própria cidade para outras pessoas verem, eu reparo nos lugares e na história que as outras pessoas deixaram pelos muros e pelas ruas”, comenta ela, que todos os dias reserva, pelo menos, 5 minutinhos para apontar sua câmera na direção do sol se pondo. “As coisas fluem melhor depois disso”. afirma.

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Um tempo para chamar de seu

Adriana Giovanelli, 36 anos, assistente de diretoria, sentiu sua rotina virar de cabeça para baixo depois que a filha (hoje com quase 4 anos) nasceu. Passou a ter uma infinidade de atividades extras e zero tempo para ela. Aguentou o tranco por dois anos, quando se viu estressada e sobrecarregada e decidiu pisar no freio. “Antes eu fazia minha filha dormir e levantava para ficar com o marido, porque todo mundo dizia que eu não podia dar atenção só para a bebê. Ficava realmente exausta, porque acordava várias vezes à noite e trabalhava o dia todo. Não tinha descanso, chorava no banho, até que vi que não adiantava querer agradar a todos”, lembra.

Hoje, o horário do jantar na casa foi adiantado e Adriana consegue ir mais cedo para a cama, mesmo quando o marido prefere ficar acordado. Paralelamente, ela também começou a fazer exercícios com um personal trainer, aderiu às caminhadas (atualmente participa de corridas), melhorou a alimentação e se permite, inclusive, deixar alguns afazeres de casa de lado quando está cansada. “Todas essas mudanças me deixaram mais dispostas, mais leve, livre dos preconceitos da sociedade de que tenho que aguentar tudo sozinha e, principalmente, feliz”, garante.

Em busca de leveza

Beatriz, Gabriela e Adriana não são as únicas que conseguiram melhorar a rotina. Uma pesquisa encomendada por Danubio, marca de lácteos brancos premium, aos institutos IBOPE Conecta e Quantas Pesquisas e Estudos de Mercado, comprova que as pessoas que adotam uma postura mais leve encontram mais prazer na vida.

Após ouvir mais de 2.000 mulheres e homens, o levantamento constatou que 29% deles demonstram um comportamento mais leve em todas as dimensões – no trabalho, nos relacionamentos, nas atividades diárias ou de lazer e até na alimentação. Esse grupo foi identificado como donos de Atitude Leve, mas a pesquisa também descobriu outros dois perfis atitudinais, com comportamentos distintos.

Na ponta oposta estão os Controladores, grupo composto pelos que gostam de ter comando total sobre vários aspectos da vida. A turma representa quase um quarto da população, ou seja, 22% do total dos brasileiros. Além das identidades opostas, os demais entrevistados não se enquadram em nenhum dos extremos. O comportamento deles oscila entre uma Atitude Leve e Controladora diante da vida. São pessoas com Personalidade Equilibrada e somam 49% da população.

Além de lidar com as adversidades do dia a dia com maior facilidade (quando comparado àqueles que necessitam controlar o que acontece ao seu redor), o grupo Atitude Leve revelou mais prazer nas dimensões física, social e do “eu interior”, ou seja, se satisfazem tanto em situações como dar risada e passar o dia com a família, como praticando exercícios e tendo mais tempo para si mesmo.

O levantamento permitiu identificar ainda que as pessoas que encaram a vida de forma leve conseguem extrair maior número de prazeres do dia a dia e, também, se sentem felizes e mais satisfeitas com os prazeres que a vida oferece. Esse nível mais alto de satisfação é apontado por quem tem Atitude Leve, inclusive em situações simples, como abraçar quem se gosta, na sensação de aconchegar-se numa cama ou desenvolver sua espiritualidade.

E para você: o que falta para adotar hábitos que deixem sua vida mais leve e gostosa?

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