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Márcio Garcia comemora sucesso

O ator retorna à Globo como o protagonista de Caminho das Índias

Por Redação M de Mulher Atualizado em 21 jan 2020, 09h47 - Publicado em 19 jan 2009, 21h00

O ator vive Bahuan e faz par romântico 
com Juliana Paes na novela
Foto: Rafael Campos

Márcio Garcia está radiante! Depois de três anos brilhando à frente de O Melhor do Brasil, na Record, o galã retorna à Globo em grande estilo: como protagonista de Caminho das Índias. Simpático, o ator fala da empolgação com seu personagem, o “intocável” Bahuan, da experiência única de conhecer a Índia e também da responsabilidade de ter nas mãos o principal papel masculino do horário nobre. Empolgado com o novo desafio, ele confessa que estava com saudade de atuar. Ansioso, Márcio não vê a hora de conferir sua performance no ar.

Como foi voltar para a Globo, justamente, como protagonista?
Maravilhoso! Estou superfeliz e contente. Quando recebi o telefonema do Marquinhos (Marcos Schechtman, diretor da novela) me chamando para conversar com a Gloria (Perez), fiquei bastante interessado. Bahuan é um personagem muito difícil e diferente de tudo que eu já fiz. Topei fazer porque achei o desafio tentador. Ser protagonista é muita responsabilidade, mas não estou preocupado, estou ansioso. 

Sentiu falta de fazer novela?
Estava com muita saudade desse clima, sim. As coisas aconteceram no momento certo. Na época, conciliou a possibilidade da minha volta para a Globo com esse papel. Fiquei fascinado, mas foi uma feliz coincidência… se bem que dizem que isso não existe, né? Então, foi o destino. 

Bahuan se apaixona à primeira vista por Maya (Juliana Paes). Isso já aconteceu na sua vida real?
Amor, não, mas paixão, sim. Eu acho que amor é uma coisa que vai mais além, demora mais tempo, precisa de conhecimento. Eu, pelo menos, nunca vivenciei isso, mas nunca é tarde.

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Seu personagem vai suar a camisa para ter o amor de Maya. Você já precisou batalhar por alguém? Claro! Todo mundo passa por aquela fase de querer o que está fora do alcance. É natural, principalmente, na adolescência. E, para ser sincero, tive muitas decepções, já tomei muito ‘não’ na vida. 

Sua química com Juliana está sendo muito elogiada pelos diretores. Como é trabalhar com ela?
Juliana é ótima! Nos entendemos bem em cena. A viagem para a Índia foi muito importante para toda a equipe da novela. Eu não conhecia nada da cultura indiana. Apesar do acesso por meio dos workshops e das palestras, nada se compara a viagens, foi muito importante. Lá, viramos uma família. Essa viagem me fez lembrar a minha primeira novela, Tropicaliente (1994), que foi gravada em Fortaleza. Esse entrosamento no início é fundamental para o andamento do trabalho. A gente fica tão unido, que o câmera acaba virando seu irmão, a produtora sua prima… 

O que mais o impressionou na Índia?
O povo, o meio de transporte e a religiosidade deles. É tudo muito impactante. Quando você chega lá, o cheiro da rua embrulha o estômago por causa dos incensos, mas depois se acostuma e você começa a ver o lugar com outros olhos. Fiquei fascinado pela cultura deles. Até a comida passa a ser saborosa. Assim que cheguei, fiquei preocupado em passar mal, pois lá tudo é muito apimentado, e ter uma indisposição no meio da gravação não iria ser nada legal, né? Mas depois fiquei mais tranquilo e saboreei algumas delícias do lugar, entre elas: iogurte com pétalas. Foi inesquecível! Toda a galera da novela ficou louca para voltar lá um dia, com certeza! 

Na trama, fala-se muito no divino, na fé… você é uma pessoa religiosa?
Fui criado na igreja católica, mas sou um cara que navega em outras religiões. Eu já li muita coisa sobre o assunto e é algo que me fascina, mas não sigo uma linha religiosa. Costumo dizer que eu sou da religião do bem. Eu procuro fazer apenas o que é certo. 

Como foi passar um mês longe da família (a mulher, Andréa Santa Rosa, e os filhos Pedro, de 4 anos, Nina, de 3, e Felipe, de apenas 1 mês)?
Deu muita saudade! Falava com eles todo dia pelo computador, mas foi por uma boa causa. A saída é sempre mais difícil, mas, quando você chega ao destino, as coisas mudam, a gente se envolve com o trabalho, com as novidades do lugar e vira uma correria só. Mas havia horas que era duro segurar a saudade.

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