Clique e Assine a partir de R$ 7,90/mês

Gisele é apontada como motivo da queda de popularidade de Temer

Segundo o governo, a crítica da modelo ao episódio da Reserva Ambiental do Cobre influenciou a visão da população sobre Michel.

Por Ana Flavia Monteiro Atualizado em 17 jan 2020, 15h47 - Publicado em 20 set 2017, 13h00

Gisele Bündchen é uma influenciadora de moda, beleza, estilo de vida e, agora, de política. Segundo a Coluna do Estadão, a über model foi apontada pelo governo como principal motivo da queda de popularidade que Michel Temer obteve na última pesquisa feita pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), junto com o MDA, registrando a pior aprovação da série histórica da pesquisa.

Ainda de acordo com a publicação, os posts e mensagens de Gisele em relação ao episódio da Reserva Ambiental do Cobre, proposta do governo para explorar a Renca, uma área de 47 mil quilômetros quadrados entre o Pará e o Amapá, que estava proibida para mineração desde 1984, tiveram um forte impacto na população e, consequentemente, na aceitação que têm de Michel Temer.

Leia Mais: “Vergonha!”: Gisele critica decreto de Temer sobre a Amazônia

Continua após a publicidade

Além desta vez, Gisele já havia postado outras mensagens diretas a ele.

View this post on Instagram

The Amazon forest helps maintain the balance so life can continue on our planet. It´s our duty to protect it. Our lives depend on the health of our planet. #weareone #togetherfortheamazon #togetherwearestronger 🙏🌎 A Floresta Amazônica ajuda a manter o equilíbrio para que a vida possa continuar em nosso planeta. É nosso dever protegê-la. Nossa vida depende da saúde do nosso planeta. #somosum #todospelaamazonia #juntossomosmaisfortes

A post shared by Gisele Bündchen (@gisele) on

gisele bundchen

Dados da pesquisa: O governo alcançou 75,6% de desaprovação em setembro deste ano, ultrapassando o então recorde de Dilma Rousseff em julho de 2015, com 70,9% de desaprovação. O peemedebista também teve avaliação negativa e bateu recordes em relação ao seu desempenho pessoal, tendo 84,5% de desaprovação.

Continua após a publicidade
Publicidade