Clique e Assine CLAUDIA por R$ 9,90/mês
Continua após publicidade

Família de Cameron Boyce revela qual foi a causa da morte do jovem ator

O ator da Disney foi vítima de um mal súbito no último sábado (6) e, até o momento, a família só havia dito que ele estava tratando uma doença.

Por Alice Arnoldi
Atualizado em 19 abr 2024, 09h34 - Publicado em 10 jul 2019, 15h33

No último sábado (6), o ator americano Cameron Boyce faleceu aos 20 anos. Na divulgação da morte do astro da Disney, não havia especificado qual era o motivo do mal súbito, apenas soubemos que ele estava tratando uma doença. Nesta quarta-feira (10), a família se pronunciou em um comunicado oficial ao programa “Today” e explicou o que ocasionou a morte do jovem.

A morte trágica de Cameron foi devido a uma convulsão como resultado de uma condição médica contínua, e essa condição foi epilepsia. Ainda estamos tentando seguir em frente neste momento extremamente doloroso e continuamos a pedir privacidade para que a família, e todos que o conheceram e o amaram, possam viver o luto de sua perda”, expressou o porta-voz da família. 

De acordo com a Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), associação responsável por médicos e outros profissionais especializados no tratamento da doença, esse quadro é “uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se”.

As crises são distinguidas entre parcial e generalizada. A primeira é quando os sinais incorretos do cérebro são imitidos por apenas uma parte dele. Já a segunda é quando os sinais envolvem dois hemisférios cerebrais. Os sintomas também são diferentes de acordo com o nível da crise.

“Em crises parciais simples, o paciente experimenta sensações estranhas, como distorções de percepção ou movimentos descontrolados de uma parte do corpo. Ele pode sentir um medo repentino, um desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente. Se, além disso, perder a consciência, a crise será chamada de parcial complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Tranquilize-a e leve-a para casa se achar necessário. Em crises crônicas, o paciente primeiro perde a consciência e cai, ficando com o corpo rígido; depois, as extremidades do corpo tremem e contraem-se. Existem, ainda, vários outros tipos de crises. Quando elas duram mais de 30 minutos sem que a pessoa recupere a consciência, são perigosas, podendo prejudicar as funções cerebrais”, explica a LBE. 

Publicidade

Essa é uma matéria fechada para assinantes.
Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Domine o fato. Confie na fonte.
10 grandes marcas em uma única assinatura digital

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

Impressa + Digital no App
Impressa + Digital
Impressa + Digital no App

Moda, beleza, autoconhecimento, mais de 11 mil receitas testadas e aprovadas, previsões diárias, semanais e mensais de astrologia!

Receba mensalmente Claudia impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições
digitais e acervos nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.

a partir de 14,90/mês

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.