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A jovem Tammy Di Calafiori conquista sua primeira protagonista

Nova aposta da Globo, a carioca não se intimida ao viver Virgínia, a heroína de Ciranda de Pedra

Por Redação M de Mulher Atualizado em 21 jan 2020, 13h47 - Publicado em 23 out 2008, 21h00

A atriz está feliz com a receptividade dos colegas
 Daniel Dantas e Ana Paula Arósio
Foto: RENATO R. MIRANDA / REDE GLOBO

Poucas atrizes iniciantes têm a chance de viver o desafio de ser uma das protagonistas de um folhetim. Essa sorte bateu à porta de Tammy Di Calafiori. Aos 19 anos, a carioca não possui muita experiência em TV, mas tem talento suficiente para fazer dela uma das promessas da nova geração de atores. Agora, Tammy é a protagonista de Ciranda de Pedra, como Virgínia, papel interpretado por Lucélia Santos, na versão exibida em 1981.

Antes de fazer o teste para a nova trama global, a bela havia atuado apenas em Alma Gêmea (2005), de Walcyr Carrasco. “Também fiz uma pequena participação em Começar de Novo (2004). Mas era uma ponta tão pequenininha… Costumo brincar que era quase um ‘bom dia'”, diverte-se. Além da personagem de destaque na trama de Alcides Nogueira, Tammy está feliz com a receptividade dos colegas de trabalho, como Daniel Dantas e Marcello Antony. “Eles são muito generosos comigo”. Mas uma pessoa em especial tem despertado a admiração da novata: Ana Paula Arósio, sua mãe na ficção. As duas ficaram tão amigas, que Ana só a chama de “totosa”. “Está sendo um prazer trabalhar com Ana Paula. Ela é um amor!”, elogia Tammy.

Novo desafio
“Fiz diversos trabalhos só para conseguir continuar estudando teatro. Fiquei até por dez meses numa loja de shopping, vendendo roupas de moda praia. Queria bancar meus cursos. Como não há ninguém na minha família que seja artista, fica mais complicado ter uma orientação sobre estudo ou lugares que eu possa freqüentar para me aprimorar como atriz. Fiz um monte de testes, os quais eu não passei. Mas nunca desanimei. Costumo dizer que a minha carreira é como uma plantinha, que eu preciso regar todos os dias.”

Contra a vontade da mãe
“Minha mãe (Patrícia) jamais gostou da idéia de eu ser atriz. Antes das participações nas novelas, eu fazia alguns comerciais. Mas ela sempre deu uma ‘segurada’. Por ela, eu seria veterinária… Minha mãe acha a carreira artística muito instável e não queria que eu me expusesse tanto. Hoje em dia ela aceita na boa, porque percebeu que eu gosto de verdade do que faço. Desde os 7 anos que eu desejava atuar.”

Devagar e sempre
“Este é o meu terceiro papel na televisão. O primeiro foi uma participação na novela Começar de Novo. Em seguida, interpretei a Nina em Alma Gêmea. No teatro, minha última peça foi O Herdeiro Milionário, da Andréia Avancini e Arianne Dutra. Nesse espetáculo, trabalhei ao lado de Priscila Fantin e Fernanda Machado. E, no cinema, debutei com o pé direito no filme Meu Nome Não É Johnny, que é um grande sucesso. Eu vivia Laura, personagem de Rafaela Mandelli quando adolescente.”

Fã dos colegas
“É muito gratificante trabalhar com os atores de Ciranda de Pedra. Marcello Antony e Daniel Dantas são tão generosos, têm tanta paciência comigo… Temos uma ótima troca nas cenas. Mas quem me impressiona muito nas gravações é a Ana Paula (Arósio). Ela é perfeita! Quando fico olhando para ela, não encontro nada de errado. Muitas vezes, nem acredito que estou ali com ela dividindo uma cena. Também não posso esquecer de citar Osmar Prado. Ele é um ator fantástico.”

Tudo sob controle
“Dizem que a Globo está apostando em mim. Fico tensa e, ao mesmo tempo, lisonjeada. Também me espantei quando me reconheceram no aeroporto. Mas o assédio não me preocupa, é conseqüência do trabalho. Afinal, estou na casa de todo mundo, todos os dias.”Aquei vai o texto do corpo da matéria

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