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Pintura moderniza mesinha

Foi paixão imediata. A arquiteta Lou Kfouri, de Florianópolis, se encantou pela mesinha de ferro assim que a viu no apartamento do tio. Apesar da ferrugem, o exemplar de pernas delgadas conservava seu charme.

Por Texto Letícia Wilson (SC) Foto Lio Simas (SC) - Atualizado em 19 fev 2020, 12h46 - Publicado em 3 abr 2017, 14h42

Como ninguém mais tinha interesse pela mesa que fora comprada pelo avô da moça na década de 60 para apoiar a máquina de escrever no escritório dele, em Porto Alegre, Lou tratou de levá-la para casa. “Tenho por princípio tentar consertar móveis antigos em vez de jogá-los fora”, conta. “Quando decidi ficar com a mesa, só pensava que ela não poderia ser simplesmente jogada fora. Renovada, faz bonito na decoração da minha sala.” Lou Kfouri, arquiteta.

A pintura eletrostática se revelou a melhor opção para a reciclagem. Com tampo dobrável e rodízios, a peça possibilita os mais diversos usos e hoje serve de apoio na sala de TV. “Por enquanto”, brinca a arquiteta.

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