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Onde nascem as ideias

Converter o quartinho de empregada em um ateliê caprichado fez toda a diferença na rotina de trabalho da carioca Vivi Visentin, decoradora e dona do blog Decorviva

Por Texto: Natália Nadaleto Atualizado em 19 fev 2020, 14h16 - Publicado em 15 set 2015, 11h00

“Antes, minhas ferramentas ficavam espalhadas pela casa, o que dificultava muito o processo criativo”, lembra a carioca Vivi Visentin. Mas não é que santo de casa pode, sim, fazer milagre? Para dar vida nova à área, Vivi colocou em prática suas maiores paixões: reciclagem e faça você mesmo. “Agora, tenho um verdadeiro laboratório. Entro aqui, ligo o som e me esqueço do mundo!”

Bancada com tudo a que se tem direito!

❚ Para aproveitar da melhor forma possível o cômodo de apenas 4 m², a blogueira optou por concentrar todos os elementos em uma única parede, garantindo uma boa circulação. 

❚ O conjunto da bancada – desenhado por ela e encomendado a um marceneiro – inclui tampo (2 x 0,58 x 0,04 m*), gaveteiro (50 x 60 x 80 cm), painel (2 x 0,60 m) e duas prateleiras (2 x 0,40 x 0,04 m e 2 x 0,58 x 0,04 m) – a mais profunda, no alto, armazena a maior parte dos materiais que Vivi utiliza para customizar móveis e objetos. Por esse motivo, foi preparada para aguentar cerca de 100 kg: além da mão-francesa central (que fica escondida por uma estrutura triangular de MDF), a peça conta com reforço de suportes invisíveis com base soldada.

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Descolado e com história

❚ Instalada logo acima da bancada, a chapa furadinha (Eucadur Perfurado, da Eucatex) é o curinga do projeto: nela, vão presas – com a ajuda de ganchinhos e pregos – ferramentas de trabalho e enfeites. Prevendo a quantidade de furos de que precisaria para pendurar tudo, Vivi bolou um jeito de proteger a parede: ela pediu ao marceneiro que aparafusasse, primeiro, um painel de MDF de 6 mm de espessura e, sobre ele, fixou, nos quatro cantos, a chapa perfurada. “Nem foi preciso usar furadeira. O material é tão molinho que bastou girar os parafusos com chave de fenda”, conta a blogueira. 

❚ Reaproveitamento é palavra de ordem por aqui! O porta-pincéis já foi uma lata de chá; a letra D, de “Decorviva”, adivinhe: é a borda de uma lixeira de plástico azul; a lousinha em formato de balão de gibi? Era uma bandeja, que a moça tingiu de tinta acrílica fosca preta. 

❚ Repare nas letras que formam a palavra “lar”. Vivi estava andando na rua de casa quando viu que uma antiga loja de bebidas, chamada Lidador, ia fechar as portas: “Não pensei duas vezes, entrei e negociei com o dono a venda do letreiro de ferro”. 

❚ Para sinalizar o conteúdo das caixas na prateleira superior, ela recortou triângulos de Con-Tact preto fosco, sobre o qual é possível escrever com giz escolar.

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