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O troféu do VII PRÊMIO CASA CLAUDIA

A convite de CASA CLAUDIA, Ruy Ohtake criou a peça que foi entregue aos vencedores

Por Gabriela de Sanctis Atualizado em 25 set 2021, 00h29 - Publicado em 14 ago 2017, 20h51

Prestes a completar 80 anos, o arquiteto, urbanista e artista plástico Ruy Ohtake não demonstra sinais de cansaço. Especialmente diante de um novo desafio. Consagrado por obras como o Hotel Unique e o edifício do Instituto Tomie Ohtake, ambos em São Paulo, Ruy aceitou prontamente o convite para assinar o troféu do PRÊMIO CASA CLAUDIA, já sabendo que sua criação teria alto potencial para virar objeto de desejo e darling de colecionadores tão exigentes quanto ele. Afinal, ela faz parte da comemoração dos 40 anos da revista e também será adotada nas próximas edições da premiação. Após duas reuniões com a diretora de redação, Eliana Sanches, e com a redatora-chefe, Lúcia Gurovitz, não demorou a surgir o esboço com seu inconfundível traço orgânico. “Queria fazer algo que marcasse presença e se incorporasse ao dia a dia dos vencedores, em sua mesa de trabalho”, conta Ruy.

Ricardo Corrêa/Revista CASA CLAUDIA

Partindo desse princípio, ele testou linhas e formas até chegar a uma peça que para em pé em diversas posições. Uma escultura que também funciona como objeto utilitário. “Dependendo da disposição, é possível colocar cartões de visita, cartas e outros itens sobre ela”, explica. Atento aos detalhes, o arquiteto teve o cuidado de especificar uma matéria-prima ao mesmo tempo resistente e fácil de manusear. Assim, o latão com acabamento de prata subiu ao topo de sua lista. A indicação do fabricante de cada uma das esculturas distribuídas na noite de premiação também veio do mestre: a St. James, empresa pioneira na confecção de itens de prata no Brasil. “É uma honra viver esse momento junto com CASA CLAUDIA, referência no segmento de design e decoração”, afirma Ricardo Saad, sócio-diretor da marca. Na fábrica, cada chapa foi cuidadosamente esculpida pelas mãos de artesãos, e depois banhada em prata. Por fim, veio o acabamento fosco, que traz uma leitura moderna ao troféu. “Ele tem todas as características de uma obra de arte”, fala Ricardo. Materiais, acabamento e, claro, assinatura.

 

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