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Guta Nascimento Por VARIEDADES Guta Nascimento é Diretora de CLAUDIA

CLAUDIA em setembro

No mês da chegada da primavera, temos um presente! Um conto da Rita Lee escrito especialmente para as leitoras

Por Guta Nascimento - Atualizado em 18 set 2020, 00h09 - Publicado em 18 set 2020, 11h00

Estamos a poucos dias da primavera, que este ano começa aqui no Brasil no próximo dia 22, precisamente às 10h31. E talvez por isso ter Rita Lee na capa de CLAUDIA, em seu jardim encantado, vestindo uma roupa vegana, celebrando nossa Nave Mãe Terra, como ela gosta de chamar o planeta, seja uma poesia visual que nos faz abrir um sorriso e nos deixa, ainda que por efêmeros segundos, mais leves. Rita é essa divindade com o dom eterno de nos encantar. Seja pela música, seja pela escrita. Aqui você lê um conto que ela escreveu especialmente para CLAUDIA. Nossa deusa mutante tem dentro de si, desde criança, a sabedoria do entendimento de que não há distinção entre o homem e a natureza, de que somos todos um único ente. Simbiose que fez com que ela nutrisse durante a vida toda uma relação intensa com os animais, atuando na defesa deles, e as plantas, levando-a a nomeá-las e conversar com elas. Todos os dias Rita abraça Luiza, sua árvore amiga, protetora do seu quintal.

A consciência que Rita sempre teve está no despertar de uma geração. Chegamos a um grau de agressão tão grande ao planeta, ou seja, a nós mesmos, que se tornou urgente parar para repensar nossos hábitos, nosso consumo. Não é fácil nem necessariamente confortável, mas temos que refletir sobre nossas escolhas no dia a dia, sobre o que compramos, comemos, vestimos, sobre o que botamos para dentro de casa e do nosso corpo, e de que forma isso impacta o mundo como um todo.

Na CLAUDIA de setembro, seis mulheres que encontraram soluções mais sustentáveis e possíveis para a vida delas contam como conseguiram. A editora de beleza, Isabella Marinelli, aponta que entramos na era da beleza limpa e discute as concessões pessoais e a responsabilidade de cada um na adesão ao movimento.

Encerro esse texto com algo que li há quase 20 anos e nunca esqueci. Dizia: “Sempre vai chover na primavera/é quando o céu e a Terra estão se amando”. Que venham, então, as flores e as chuvas, para deixar as folhas mais verdes e nosso redor mais colorido, e que o deslumbramento da natureza fortaleça nossas intenções de mudança.

Beijos para vocês e suas plantinhas!

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