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Guta Nascimento Guta Nascimento é Diretora de CLAUDIA

Você tem sonho de quê?

Na CLAUDIA de agosto, Elza Soares, Laura Cardoso e Zezé Motta contam o futuro que desejam e que já o exercem na prática

Por Guta Nascimento Atualizado em 16 set 2020, 16h29 - Publicado em 14 ago 2020, 09h30

Elza, Laura e Zezé!

Que alegria vermos essas três mulheres na capa de CLAUDIA em agosto. E o que elas têm em comum? Uma longa vida repleta de ciclos e desejos de futuro, realizados ou não. São mulheres que em suas trajetórias aprenderam a lidar magistralmente com o tempo e com tudo de bom que advém dele. Aquilo que vemos como adversidades elas convertem em força transgressora, rasgando os anos com resistência e firmeza. Assim, nessa solidez invejável, chegam a este momento pandêmico plenas, dialogando com o futuro numa delicada intimidade. Elas posaram para a capa remotamente. De sua casa, em Belo Horizonte, a fotógrafa Julia Lego ( @julialego ) capturou as imagens por chamadas de vídeo. Depois, imprimiu e fotografou o material, transformando-o em cenas. Um processo para nós inimaginável no mundo pré-confinamento, abraçado tranquilamente por elas, que, acostumadas ao ritmo de inovações em suas artes ao longo dos anos, se renderam às sessões de forma inata.

Futuro, diz Eliane Brum, na reportagem Liberte o Futuro, é uma experiência coletiva. E é dessa capacidade de sonhar um novo mundo que queremos falar. Como bem lembra Henrique Vieira, o sonho é uma das características mais singulares da nossa experiência. E resiste mesmo diante do caos. O que evocamos neste mês é nossa responsabilidade na construção de um amanhã melhor. O futuro é gerido no presente. Não vem por desejos, mas por ações. O card nas redes é certeiro: “Se não for agora, vai ser quando? Se não for a gente, vai ser quem?”.

Também pedimos a Elza, Laura e Zezé que escrevessem o que sonham para o futuro – vocês veem aí nas fotos, com a letra delas. Esses desejos elas tomam como pilares para levar a vida, como contam nas entrevistas abaixo. E você, com que futuro sonha? As dores do cotidiano não podem sufocar nossos desejos e condenar nosso futuro a ser apenas ilusão. É tempo de acreditar e construir. Permita-se sonhar para mudar.

Um beijo,

Guta

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