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Conheça as melhores novidades em proteção solar e prepare-se para curtir o verão

Você sabia que até a luz da sua sala de estar pode causar danos à pele? E que, mesmo em dias nublados, é possível sofrer queimaduras de sol? É por essas e outras tantas questões que os filtros solares estão, a cada ano, mais tecnológicos e cheios de novos ativos.

Por Júlia Tibério Atualizado em 21 jan 2020, 16h06 - Publicado em 25 dez 2015, 09h00

Todo mundo deve entender que o uso do protetor é tão necessário quanto escovar os dentes, ou seja, é preciso usar todos os dias, chova ou faça sol. “O produto ideal deve ter, no mínimo, FPS 30 e oferecer proteção contra raios UVA e UVB. São eles os principais causadores do câncer de pele”, explica a dermatologista Juliana Neiva, do Rio de Janeiro. Os raios UVB são os que provocam vermelhidão na pele; os UVA são aqueles que não sentimos, mas igualmente prejudiciais, já que penetram profundamente na epiderme e aceleram o processo de envelhecimento. Por atingirem camadas profundas, eles ainda podem alterar o DNA das células, causando manchas e uma série de outros problemas. Além da proteção contra os dois tipos de raio, hoje também é possível escolher produtos que tragam benefício extra. “Os novos filtros têm água termal e outros ativos calmantes e antioxidantes”, explica Juliana. E também existem os filtros com agentes clareadores. “Com ativos seguros, eles uniformizam a cor do rosto e fazem com que pessoas que têm manchas também possam se expor ao sol”, diz a dermatologista Carla Vidal, de São Paulo. Há ainda a opção dos protetores orais. “Esses filtros atuam como antioxidantes, o que auxilia na prevenção dos danos solares. Mas vale dizer que eles não substituem o protetor físico e só devem ser usados com prescrição médica”, explica Carla. Outro fator para ficar de olho na hora de decidir pela compra de um filtro é checar se ele possui proteção contra a luz visível, aquela do escritório, da sala de estar… Ela também prejudica a pele. “Estudos recentes apontam que produtos com cor de base, que contêm óxido de ferro, são mais eficazes contra esse tipo de luz”, conta Juliana.

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