Curiosidades sobre o óleoO óleo na história
Entre os óleos vegetais comestíveis (excetuando-se o azeite de oliva, mais antigo – desde cerca de 3 000 a.C – e com características exclusivas), o de soja já era produzido por chineses e japoneses há 2 000 a.C. Ao longo dos séculos, o aperfeiçoamento das técnicas de extração – do moinho à prensa hidráulica e aos solventes – permitiu a industrialização e o aparecimento de diversos tipos, sendo o de milho, nos anos 1960, e o de canola, nos 1980, exemplos recentes.
Óleo e gordura trans
O óleo vegetal usado em fritura, apesar de ter alteradas suas propriedades, não produz gordura trans. Essa gordura é resultado de um processo industrial de hidrogenação dos óleos vegetais para que se tornem sólidos à temperatura ambiente. Nessa forma, deixam os alimentos industrializados mais crocantes e sequinhos, além de prolongar o seu prazo de validade. A ingestão de gordura trans (presente em batatas fritas, biscoitos, sorvetes, salgadinhos, bolos, margarinas etc.) aumenta o colesterol total e o prejudicial LDL, e diminui o bom HDL, elevando o risco de doenças cardiovasculares. Atualmente, outro processo, a interesterificação, diminui a quantidade de trans da gordura e muitos alimentos que, assim, não ultrapassam 0,2 gr de trans por porção de 100 g, são autorizados pela Anvisa a declarar no rótulo “Livre de Gorduras Trans” ou “Zero Trans”, o que na realidade não é uma informação correta.
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