Venha criar conosco o Atlas da Beleza Brasileira

Toda mulher reflete, em seu semblante, o lugar de onde vem, as experiências que viveu, a maneira como ela mesma se vê. No projeto Atlas da Beleza, fotógrafos de todo o país retratam a nossa diversidade. Participe também!

Beleza não tem a ver com raça, dinheiro ou tendências. Beleza é ser autêntico, natural. É refletir em seu semblante as experiências que enriquecem sua vida. A beleza da mulher brasileira vai muito além das que vemos nas novelas da tevê, nos desfiles das semanas de moda do Rio e de São Paulo ou até mesmo nas páginas das revistas. CLAUDIA acredita que toda mulher brasileira é dona de uma beleza única, produto do lugar de onde vem, da história que viveu, da maneira como ela mesmo se vê. 

Para mostrar a diversidade da mulher brasileira, convidamos fotógrafos de todo o Brasil a enviar imagens de mulheres e textos curtos que contem um pouco de sua história. Queremos, junto com cada um de vocês, criar o Atlas da Beleza Brasileira. Imagens de mulheres dos quatro cantos do país e pequenas narrativas de momentos de suas vidas estão sendo publicadas diariamente em nosso Instagram – e também reunidas em um hotsite – para mostrar a variedade de belezas que existe em nosso país. Veja todas as histórias publicadas até agora

Para participar, basta preparar um belo clique de uma mulher e usar #BelezaEmTodoCanto, em sua próxima publiação no Instagram, acompanhado de um pedaço da história da retratada. As melhores fotos, farão parte de um livro e de uma exposição sobre o tema. Crie conosco o Atlas da Beleza da Mulher Brasileira! 

#regram Emanuela Andrade (@manuandrrade), 20 anos, de Manaus • Foto: Laryssa Gaynett (@justlary) • “Minha mãe era uma freira de Nhamundá, no interior do Amazonas. Aos 37 anos, ela foi enviada à África, para uma missão religiosa. Ali, conheceu meu pai, e o rumo de sua vida mudou completamente. Eles se apaixonaram, e ela engravidou de mim. Naquela situação, ela deixou o convento e correu para um abrigo de mães e crianças desamparadas, em Roma, na Itália. Lá eu nasci e, quando completei 2 meses, viemos viver em Manaus. Ela me criou e até hoje moramos juntas, só as duas. Nunca senti falta da figura paterna – na verdade, nem sei bem o que é isso, já que minha mãe soube suprir muito bem esse papel. (Quando eu tinha 11 anos, falei com ele ao telefone, mas não mantivemos contato.) Se hoje estou na reta final da faculdade de publicidade e sonho em montar minha agência de eventos, devo isso a minha mãe. Ela está sempre presente, encorajando minhas decisões – seja sobre o corte de cabelo, curtinho; seja sobre meus relacionamentos e minhas escolhas de vida. Para mim, não há nada mais bonito do que os valores que minha mãe representa, da mulher forte, decidida, que não abandona sua fé apesar das circunstâncias e que não mede esforços para demonstrar um pouco mais a cada dia todo o amor que tem.” • @ClaudiaOnline também acredita que a beleza da mulher brasileira é fruto de sua história e por isso convida todas a postarem seus retratos também. Conte a sua história, poste sua foto usando #BelezaEmTodoCanto e ajude a criar o Atlas da Beleza Brasileira. Patrocínio: @AvonBrasil. ✨

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Fabiane Castro (@fabih_castro), 21 anos, de Manaus • Foto: Bruno Zanardo (@brunozanardo) • “Sempre fui exótica: magra demais, com olhos arregalados e cabelo volumoso. Na escola, as outras crianças não perdoavam, e o bullying era constante. Me chamavam de ‘olhudinha’, varapau… Houve uma época em que eu nem ousava sair de casa sem fazer chapinha. Eu tinha uma enorme dificuldade em me aceitar. Até que, aos 11, comecei a fazer aulas de jazz. Aos poucos, fui me redescobrindo. Meu corpo se adaptava àquele ambiente, meus tabus foram se dissipando conforme a dança. E logo enveredei para o balé clássico. Estava no 3º ano de formação, quando o olheiro de uma agência de modelos da cidade me procurou. Me encantei pelo universo da moda e, entre os pas de deux e os grands jetés, resolvi abrir espaço para a carreira de modelo. À primeira vista, me senti inadequada: por conta do balé, eu era musculosa demais para o padrão; minhas pernas, ainda que magras, eram muito maiores que a das outras modelos. Mas aí veio à tona o sentimento que já havia conquistado, de autoaceitação. Hoje, me amo como sou, não me permito entrar em paranóias para me encaixar. A única coisa desta nova profissão que deixo me abalar é a saudade de casa. Tive de me afastar de onde nasci para passar uma temporada em São Paulo. Sinto falta do calor de Manaus – das altas temperaturas climáticas e também da quentura das relações humanas dali, onde imperam as trocas de energia com o meio e as pessoas; para mim, não existe nada mais bonito que isso.” • @ClaudiaOnline também acredita que a beleza da mulher brasileira é fruto de sua história e por isso convida todas a postarem seus retratos também. Conte a sua história, poste sua foto usando #BelezaEmTodoCanto e ajude a criar o Atlas da Beleza Brasileira. Patrocínio: @AvonBrasil. ✨

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#repost Paola Bertoldi dos Santos (@paolabertoldi), 31 anos, de Curitiba (PR) • Foto: Mehjji Moana (@mehjji) • “Sou a caçula entre três irmãs. Lá em casa nunca escutamos “Você não consegue”, fomos criadas para conquistar o que quiséssemos, onde quiséssemos. E o resultado é uma família separada por oceanos (minha irmã mais velha, Isabella, mora na Itália; e Carla, a do meio, na Nova Zelândia), mas unida por amor incondicional: minhas irmãs são minhas grandes referências e amigas, e sei que com elas posso contar independentemente de qualquer distância. Elas me ensinaram sobretudo a força de renovação que guardamos dentro de nós, e hoje uso esse exemplo para me fortalecer. Há 3 anos e meio, tenho que lidar com meu maior medo – o mesmo de outras tantas mulheres: a possibilidade de não ser mãe. Ao longo desse tempo, meus dias têm sido uma montanha-russa de emoções, em que intercalo os momentos mais tristes e de profunda frustração e desânimo com a esperança que sinto toda vez que entro no Skype para ver minhas irmãs ou pego um avião para abraçá-las e encher de beijos minhas sobrinhas (são duas pequenas e uma terceira que está para nascer). Há quem duvide: “Puxa, mas passar tanto tempo com essas crianças não deve te fazer bem, e sim deixar ainda mais triste nesta situação”. Mas a verdade é que, perto delas, esqueço de tudo de ruim. Elas me ajudam a renovar o ânimo. Pra mim, beleza é isso, encontrar forças para enfrentar desafios inesperados e aparentemente insuportáveis; renovar-se todos os dias para seguir em frente com alegria.” • @ClaudiaOnline também acredita que a beleza da mulher brasileira é fruto de sua história e por isso convida todas a postarem seus retratos também. Conte a sua história, poste sua foto usando #BelezaEmTodoCanto e ajude a criar o Atlas da Beleza Brasileira. Patrocínio: @AvonBrasil. ✨

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