Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre as mulheres

A força dos aliados

1. Polifenóis
Uma taça diária de vinho mostrou-se benéfica. Mas há resistência à medida: em caso de nível de triglicérides alto, o álcool é contraindicado. Fora o perigo de abusar e desenvolver dependência. O vinho pode ser substituído por um copo de suco de uva, que também fornece polifenóis, benéficos devido ao efeito antioxidante.

2. Alimentos do bem
Apenas 36,5% das mulheres brasileiras e 25,7% dos homens consomem vegetais e frutas diariamente. É preciso aumentar esses ingredientes, moderar o sal, reduzir o consumo de açúcar e gorduras saturadas (de origem animal) e trans (gordura vegetal hidrogenada). Também é importante investir em fibras como aveia, soja, feijão e massas integrais, além de introduzir ácidos graxos ômega 3, encontrados em peixes de águas profundas (sardinha, salmão, cavala) e azeite de oliva. Eles evitam inflamações e protegem as artérias contra as ter ríveis placas de gordura.


3. Exercício físico
A falta de atividade física eleva a probabilidade de apresentar fatores de risco associados. Um estudo da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, com um grupo na pósmenopausa concluiu que caminhadas regulares (três horas e meia, em média, por semana) reduzem em 20% os riscos cardio vasculares. Se possível, pratique uma atividade moderada (ca mi nhada, natação, andar de bicicleta) por 30 minutos diá rios.


4. Sono
Dormir menos de oito horas penaliza o coração feminino, revelou um estudo das Universidades de Warwick e Londres, na Inglaterra, com 4,6 mil pessoas (de 35 a 55 anos). Quanto menor o descanso, maior a presença de marcadores para os distúrbios cardiovasculares no sangue. A mesma relação não foi vista nos homens.

Dossiê do coração
Estrogênio, o protetor Cerco aos inimigos

Fotos exame, David McGlynn/Getty Images; coração, Steven Puetzer/Getty Images

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