Taís Araújo é nossa musa da igualdade

Sorte ou suor?

Não é raro ouvir que Taís deu certo – entre tantas atrizes negras que tentaram e não atingiram o sucesso – porque é uma mulher de sorte. Ela prefere dizer que contou com a mão do destino, a quem ajudou com determinação ferrenha. “A sorte caminha do meu lado, sim. Mas, se eu não tivesse trabalhado duro, as coisas não teriam acontecido”, afirma.

O ator Lázaro Ramos, 30 anos, misto de namorado e marido, tenta dirimir a dúvida: “Ela é batalhadora e não brinca com a sua estrela. Faz por merecer. Não fica sentada em sua zona de conforto. Taís sabe que nada vem fácil e valoriza suas conquistas”. Ele também a considera “muuuuito” sincera. “Só que, às vezes, exagera”, conta, rindo, Lázaro, que já viu a amada dizer na frente de uma vendedora que a roupa oferecida era feia e cara.

A artista é econômica para informar a quantas anda a relação com o amado. Libera apenas a frase: “Está tudo certo, graças a Deus”. Em novembro de 2005, se casaram na casa dela, numa cerimônia simbólica. Dois anos mais tarde, a união sofreu um abalo e a dupla se desfez. Ela, então, envolveu-se num romance rápido com um amigo de infância, o empresário Allan Espinosa. Sem alardes, sete meses após terem se separado, os atores reataram. Hoje moram em casas separadas, mas não descuidam um do outro. No momento em que ela concedia esta entrevista, Lázaro chegou ao estúdio, de surpresa. Ele encarregou-se de encomendar uma sopa para a namorada pouco antes de saírem juntos para o endereço dela. A noite anterior haviam passado na casa dele. “Lázaro me incentiva. É um supercompanheiro”, conta ela.

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