O melhor sexo da minha vida
Com um garoto de programa
Depois de um casamento falido e diversos namoros sem final feliz, resolvi dar uma guinada na minha vida sexual. Precisava reciclar a alma e renovar as energias. Sempre me senti muito podada na hora do sexo, o que me deixava frustrada. Raramente ficava à vontade para revelar ao parceiro minhas fantasias ou para dizer do que gosto. Quando meu último relacionamento chegou ao fim, decidi que mudaria a postura. Minha prioridade seria minha felicidade e satisfação. Por isso, comprei diversos acessórios de sex shop para apimentar a vida sexual e trazer inspiração. Mas nunca achei que chegaria tão longe. A ideia de contratar um garoto de programa foi de uma amiga que já tinha experimentado e até repetido a dose. Por curiosidade, resolvi tentar. Pesquisei na internet algumas agências que ofereciam o serviço e marquei o programa em um quarto de hotel. Levei comigo meu arsenal de acessórios para, finalmente, usá-los ao lado de outra pessoa. No início, fiquei um pouco tímida. Mas, já que estava lá, achei melhor entrar na brincadeira. Comecei a retribuir os comentários picantes que o moço fazia. E descobri que o desapego emocional que havia entre nós era justamente a liberdade que eu buscava. Pela primeira vez, pude ser eu mesma na hora do sexo, pois foi praticado com desprendimento, sem inibições e sem qualquer expectativa. Por uma noite, me senti a mulher mais poderosa do mundo. Eu estava completamente livre. A ideia de pagar por sexo potencializou minha autoestima e me deu uma incrível sensação de poder. Tive direito a roupa de bombeiro, sexo oral caprichado – coisa que eu não me permitia com outros homens por desconforto – e uma sessão de strip-tease particular. Aprendi que, entre quatro paredes, vale tudo. Hoje me sinto mais segura na cama. Não pretendo sair novamente com um garoto de programa, ainda que tenha que confessar que jamais me senti tão livre.
ADRIANA*, 37 ANOS, DIRETORA FINANCEIRA DE BANCO
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