Veja as coisas que seu filho é capaz de engolir...

Fique esperta

Eliminar – ou pelo menos, minimizar – os riscos ainda é a melhor medida para evitar esse tipo de acidente. Não adianta esperar que uma criança pequena “entenda” que não deve mexer em enfeitinhos, insetos e tantas outras coisas abolutamente fascinantes para quem está descobrindo o mundo. Conheça os objetos campeões nesse tipo de acidente e tenha como norma eliminá-los do alcance do seu filho.

Até 2 anos
Eles se encantam com tudo o que é colorido e brilhante. Os maiores riscos ficam por conta de alfinetes, botões, bolinhas de gude, moedas e grãos de alimentos crus (arroz, feijão, milho, amendoim etc.). Acima de 2 anos Os pequenos já estão mais habilidosos e ampliaram sua capacidade de alcance. É comum desmontarem brinquedos e se “apropriarem” de objetos instigantes, como relógios, calculadoras e canetas. Os perigos são baterias, parafusos de brinquedos, rodas de carrinho, olhos de bichos de pelúcia e de bonecas, tampinhas de caneta, fragmentos de espuma retirados de almofada e travesseiros, pedaços de papel e peças plásticas.

Cuidado redobrado
Segundo os médicos, crianças que já colocaram objetos no nariz ou nos ouvidos tendem a repetir esse comportamento. Não se sabe a causa, mas há casos em que a repetição acontece de modo tão sistemático que é aconselhável acompanhamento psicológico. Por isso, se você já passou por um susto desses, redobre a vigilância. É grande o risco de seu filho repetir a dose.

Coisas que seu filho é capaz de engolir:
Baterias Alfinetes Parafusos Moedas
Dicas para:
Agir na hora do pânico
Reconhecer os sinais de um acidente
Eliminar ou minimizar os riscos

Consultoria Fábio Luís Peterlini, especialista em Cirurgia Pediátrica e diretor técnico do Hospital São Camilo Ipiranga; Paulo Fernando Souto Bittencourt, pediatra e endoscopista, membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria; Pedro Paulo do Amaral Corrêa, pediatra e neonatologista de São Paulo; Márcio Ronaldo Vera e Silva, otorrinolaringologista de Ribeirão preto (SP)

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