Sucesso na carreira é sinônimo de solidão?

Cada uma na sua área, estas mulheres chegaram ao topo. São respeitadas pelas empresas, lideram equipes e, quase sempre, ganham mais que o marido. Descobriram, porém, que tantas conquistas podem custar caro. Numa conversa franca, elas discutem as ciladas da ascensão profissional e os truques para não cair nelas

por Sibelle Pedral | fotos Fabio Heizenreder

 Depois de semanas negociando agendas carregadas, conseguimos reunir um timaço para discutir um tema que ainda é tabu: o quociente de solidão de executivas poderosas.

Cristiane Almeida, 43 anos, divorciada, é mãe de um garoto de 9. Formou-se médica fisiatra e coordena o Centro de Reabilitação do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Eneida Bini, 45 anos, casada, um filho de 17 anos, ex-presidente da Avon no Brasil, dirige hoje a Herbalife, multinacional de suplementos alimentares.

Vânia Curiati, 35, casada, tem gêmeos de 7 anos e uma menina de 4. É diretora de softwares da IBM no Brasil.

Beth Meger, 44, separada, tem dois filhos, um de 22 anos e outro de 5 meses. Ela criou e comanda a NS&A, agência que cuida da intermediação de negócios em publicidade.

Rosi de Castro, 38, casada, um garoto de 8 anos, é diretora administrativa da Bamberg, consultoria de imóveis de alto padrão em São Paulo.

Atuando como mediadora ao lado de CLAUDIA, a psicóloga Valéria Meirelles, que organiza workshops sobre mulher, carreira e vida pessoal.

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