O Boticário

Queremos voltar a sonhar

Parar com a sensação de que vivemos num carrinho de montanha-russa, sempre com altos e baixos e fortes emoções, só depende de nós.

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Naqueles dias em que tudo ao redor parece caótico, é provável que muitas mulheres se sintam como um bombeiro, sempre a apagar incêndios (reais ou imaginários), sabendo que outros virão... Até parece que a vida atual se transformou em uma montanha-russa, com altos e baixos e fortes emoções, mas sempre voltando ao mesmo ponto. Para complicar, paira a sensação de estar sempre devendo algo.

Pois o movimento AME SUA VIDA propõe a você parar esse carrinho de montanha-russa e retomar a rotina de um jeito menos acelerado e menos tenso, com algum tempo livre para sonhar e falar dos sonhos distante das ansiedades. Para isso, é preciso repensar as suas próprias exigências pessoais e profissionais.

“As pesquisas mostram que, no imaginário contemporâneo feminino, a conquista da realização pessoal é decorrente de uma vida profissional, familiar e sexual prazerosa, ou seja, um projeto difícil de concretizar”, diz Paulo Al-Assal, diretor-geral da Voltage, agência de tendências e insights aplicáveis ao negócio, pioneira no Brasil na pesquisa e no mapeamento do comportamento humano. “A decisão de não abrir mão dos papéis ‘convencionais’, de ‘mãe e administradora do lar perfeita’, criou um padrão emergente caracterizado pela ampliação das responsabilidades femininas, o que dificulta sonhar. Os constantes questionamentos familiares, que colocam em xeque a atuação da mulher nos diferentes papéis, são fatores de stress e desgaste para as mães-profissionais.”

Aliás, quando se é mãe, a necessidade de combater a pressão e a (auto)cobrança é ainda maior. “Ser mãe implica em um senso de responsabilidade instintivo; a responsabilidade pelo hoje e amanhã dos filhos”, afirma o pesquisador Paulo Al-Assal. “Os sonhos e preocupações passam a ser ligados à família e aos filhos.” Uma tendência identificada nas pesquisas da Voltage é que as mulheres têm buscado adaptar as atividades profissionais à rotina familiar com horários e atribuições profissionais mais flexíveis; essas mulheres têm buscado o que acreditam ser a essência da feminilidade por meio da convivência mais estreita com os filhos.” Eis um bom começo, concorda?

Ame sua vida. Compartilhe o movimento.