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Se a princesa Diana estivesse viva, ela teria sua própria página no Facebook, seria amiga da família Beckham, curtiria o filme “O Diário de Bridget Jones” e escreveria no mural do príncipe Harry aconselhando um corte de cabelo (clique aqui para ver como seria). Pelo menos isso é o que acredita Tina Brown, biógrafa de Diana e editora-chefe da Newsweek, uma revista americana. O livro é de 2007, mas, agora,  Tina faz previsões de como a princesa estaria em 2011. Vivendo em seu apartamento em Nova York, Lady Di seria amiga de Camilla Parker-Bowles, atual esposa de Charles, e seguiria Dalai Lama no Twitter. Além de frequentar os desfiles de moda, ela iria frequentemente ao Haiti, ajudar na reconstrução do país.

"Diana - Crônicas Íntimas", de Tina Brown, publicado em 2007 pela Ediouro. Fonte: Divulgação

Sexta-feira, dia 1º, seria o 50º aniversário de Lady Di. Falecida em um trágico acidente em 1997, a princesa, ex-mulher do príncipe Charles e mãe de William e Harry, era idolatrada internacionalmente. Fez trabalhos de caridade com crianças, idosos e portadores de HIV. A última campanha que apoiou, pela eliminação das minas terrestres, venceu o Prêmio Nobel da Paz.

Tantas boas ações cativaram a população. No dia de sua morte, milhares de pessoas se juntaram em frente ao Palácio de Buckingham para homenageá-la.

Não é estranho que a vida de Di atraia curiosos até hoje. Para satisfazê-los, a Newsweek manipulou imagens de Diana para que ela aparentasse os 50 anos que teria hoje (uma delas está aqui). A ousadia gerou polêmica. Quatorze anos depois de sua morte, está na hora de deixar Lady Di descansar? Por outro lado, o Newsweek pretendia que fosse uma homenagem, afinal, é sempre bom relembrar alguém que gostamos. E aí, de que lado vocês estão?

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