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libido

Foto: Getty Images

Maior vítima da falta de libido, a mulher tem recorrido a medicamentos para tentar recuperar o desejo sexual. Segundo a ginecologista Elsa Gay, do Hospital das Clínicas da FMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, em 90% dos casos o problema é psicológico e não orgânico.

De acordo com a especialista, não existe nenhum medicamento, comprovado cientificamente, que aumente a libido feminina, e o uso de antidepressivos pode prejudicar ainda mais.

A ginecologista aponta a correria, o estresse do trabalho e a preocupação com os filhos e com a casa como alguns dos grandes vilões da sexualidade. Ela acrescenta que é essencial ter um bom conhecimento do corpo para uma vida sexual satisfastória. “A mulher precisa dialogar com o parceiro e se descobrir, ter autoestima elevada”.

Para finalizar, Elsa Gay destaca que aos primeiros sinais de que algo vai mal, a mulher não deve demorar a procurar ajuda médica. “A maior incidência de mulheres que sofrem com a falta de desejo sexual está entre as que já passaram pela menopausa. Mas este é um problema que atinge a mulher em qualquer idade”.

A reportagem As novas leis da libido, da edição de julho de CLAUDIA, comprova que o sexo está perdendo terreno na vida das mulheres. Segundo estudos, elas preferem se dedicar à tese do mestrado, à carreira, aos filhos, à compra do apartamento, às viagens…

Leia a reportagem na íntegra em Como anda a libido da mulher moderna

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