O “esquenta” para o prêmio CLAUDIA 2011 contou com a participação das 20 indicadas às categorias Ciências, Cultura, Políticas Públicas, Negócios, Trabalho Social e Consultora Natura Inspiradora. O encontro, marcado por um jantar no Terraço Abril, serviu para que todas se conhecessem.
“Não dá mais para pensar o Brasil sem a mulher atuando dentro da política, da cultura e, claro, da família”, conta a indicada por Trabalho Social, Leila Linhares Barsted. “CLAUDIA tem alcance nacional e consegue dar visibilidade e socializar as causas de todas nós”, resume a finalista em Ciências, a nutricionista Lúcia Yuyama.
A primeira edição do projeto Luxo por Menos foi um sucesso total! As peças, que custavam de 139 a 250 reais e foram criadas por 12 grifes exclusivamente para CLAUDIA, sumiram das prateleiras das lojas. Afinal, quem resistiu a esse guarda-roupa de trabalho chiquérrimo e acessível? Assista ao vídeo e confira. Não conseguiu comprar desta vez? Aguarde! Em dezembro, Luxo por Menos Festa.
Ouvi no rádio e vi na TV inúmeros programas de esporte, ontem, segunda-feira. Foi um dia de reverência a Marta. Finalmente os jornalistas da área perceberam a seleção feminina, na Copa do Mundo da Alemanha. Quem sabe agora a CBF dê apoio, incentivo financeiro e passe a enxergar Formiga, Daniela, Rosana, Maurine, Cristiane e todas as garotas que jogam nas várzeas brasileiras. Elas são inúmeras, jogam um bolão, muitas passam fome.
E lanço aqui uma ideia: o futebol misto, a seleção brasileira mista. Por que não? O mundo está mudando rápido; velhos padrões vão para o lixo. O show seria melhor do que aquela mixaria mostrada por Ganso, Pato, Robinho, Neymar… Nessa nova modalidade, a Marta será nossa principal arma, o melhor trunfo em campo, a melhor artilharia. Nossa camisa 10!!!! E se for impossível, que esse moços mascarados do Mano Menezes aprendam com ela.
Conhecida como um dos rostos mais lindos do cinema, a atriz Elizabeth Taylor morreu na manhã desta quarta, 23 de março, de problemas cardíacos. Talentosa, inicou sua carreira nas telas com apenas 10 anos, em 1942, e dois anos depois já se tornava uma estrela ao atuar em A Mocidade é Assim Mesmo. Liz ganhou dois Oscars, por Disque Butterfield 8, de 1960, e Quem tem Medo de Virginia Woolf, de 1966, e ficou marcada por personagens inesquecíveis, como Cleópatra, de 1963. Relembre alguns momentos marcantes da atriz:
Na madrugada de sábado para domingo, voltando do teatro, Ulrica, que era editora de beleza de CLAUDIA, se sentiu mal. Deitou-se na cama vestida, certamente para esperar o mal-estar passar, e seu coração simplesmente parou de bater. Estava sozinha em seu apartamento. Foi assim que seus pais a encontraram várias horas mais tarde, depois de tentarem seguidamente falar com ela pelo fixo, pelo celular, depois de acionarem o porteiro e insistirem no interfone.
Tinha 41 anos e era maravilhosa. Dona de um senso estético impecável, conhecia profundamente sua área, escrevia com graça e harmonia, tinha humor e sensibilidade. E um sorrisão que estava sempre pronto a se abrir, iluminando os olhos delicadamente verdes. A redação parava para investigar o motivo de suas gargalhadas contagiantes. Guardava sempre uma palavra boa para todos, do motoboy que vinha retirar o produto que já tinha sido fotografado para as páginas de CLAUDIA às jovens estagiárias, que a adoravam. Não havia chefe na editora Abril que não a quisesse ter por perto. Mas nós de CLAUDIA é que tínhamos o privilégio.
Ulrica, ou Ulri, como a chamávamos, tinha uma doença cardíaca grave. Recém-nascida, os médicos deram-lhe três semanas de vida. “Em alguns anos passou mais tempo no hospital do que fora dele”, conta uma tia emocionada. De família portuguesa, alegre e ruidosa, cresceu em Santos, cercada de primos que corriam nas areias da praia. Ulri não corria — não tinha fôlego, lembra um primo. De alguma forma, porém, superando todas as limitações de um corpo frágil, a menina alegre cresceu, estudou, formou-se, fez Curso Abril, apaixonou-se pelo universo das revistas femininas, deslanchou na carreira, começou a hidroginástica, casou-se, separou-se, abraçou novos projetos e em todos deixou sua marca de excelência.
Foi embora suavemente. Segundo os médicos, não sentiu a morte se aproximar. Não sofreu. Seu rosto tinha serenidade. Os nossos rostos, de tantas amigas (“a segunda família dela”, dizia-nos o pai, resignado mas triste, triste, triste), não tinham serenidade alguma. Para nós, sua morte é uma tragédia. Onde quer que esteja, que ela olhe por nós. Precisamos. Que seus pais e familiares encontrem forças para seguir em frente.
A missa em homenagem à editora de Beleza de CLAUDIA, Ulrica D’Orey, será realizada no dia 8 de novembro, às 19h, na Paróquia Nossa Senhora Mãe do Salvador (Igreja da cruz torta), av. Prof. Frederico Hermann Junior, 105.
Modelito tiracolo que remete aos anos 80, essa bolsa de gomos de couro fake é um coringa: estilosa nos tons certos, ela vai do dia para a noite sem pensar duas vezes. 
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Sylvia Radovan
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Leonina contida, fã de bons livros. Gosto de assistir filmes debaixo da coberta, comer no restaurante japonês e de viajar com os amigos.

Sou editora de CLAUDIA e acredito que toda história de vida é uma inspiração — merece ser vista, lida, ouvida e contada.

