10nov 2010
100 imagens raras – e algumas nunca divulgadas antes – foram selecionadas pela família da eterna diva Audrey Hepburn e serão lançadas no final do mês no livro “Audrey 100”.
A homenagem à bonequinha de luxo foi organizada por Ellen Fontana, diretora da Audrey Hepburn Children’s Fund e autora da obra.
A fundação que leva o nome da atriz cuida da educação de milhares de crianças na África. Ela será beneficiada com parte da renda obtida com a venda dos livros.
“Audrey 100” tem o prefácio escrito por Sean Hepburn Ferrer, filho mais velho da estrela, e já pode ser comprado na Amazon.
Amanda Figueiredo
Na última quarta-feira, 3, Ingrid Betancourt esteve no auditório do MASP, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, para falar sobre seu livro “Não há silêncio que não termine” (Ed. Companhia das Letras). A fila de espera do evento, que foi gratuito, começou a se formar às 16h30, duas horas e meia antes da abertura do espaço. Fora os poucos convidados da imprensa, as cadeiras se encheram de fãs de Ingrid, curiosos e interessados pelas histórias da ex-candidata à Presidência da Colômbia.
Quando subiu ao palco, Ingrid surpreendeu. A lembrança da foto no cativeiro foi substituída por uma figura alta, em torno de 1,70m, magra e elegante (vestia um tailleur preto e uma blusa de cetim branca com babados). Os cabelos, ondulados e com reflexos dourados, estão mais curtos, na altura do busto. O rosto fino apresenta poucas rugas nos cantos dos olhos e olheiras marcadas. As mãos são magras como o rosto, com veias e ossos saltados.
Ela deixou os fones de ouvido para tradução simultânea no colo e ouviu com atenção (ela entende o português, mas respondeu em espanhol). Sua expressão era de doçura a maior parte do tempo. O sorriso belíssimo aceitava gentilmente até as perguntas mais polêmicas da entrevistadora Monica Waldvogel. Ingrid se mostrou tranqüila durante toda a sabatina, só ficou agitada quando começou a contar do resgate na selva. A entrevistada foi específica em todas as respostas, incluiu detalhes, trechos de diálogos e lembranças de sensações e sentimentos. Em dois momentos, Ingrid foi interrompida pelos aplausos da plateia, que no final se organizou em uma longa fila para conseguir um autógrafo no livro. Simpática, Ingrid assinou cerca de 200 livros, tirou fotos, apertou as mãos e cumprimentou todos os presentes.
Ingrid ficou seis anos e meio seqüestrada pelas Farc, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. Quando foi libertada, enfrentou polêmicas com o governo do país – que ela acredita ter, em partes, responsabilidade sobre o seqüestro –, com os colegas de cativeiro, como a sua ex-secretária de campanha, Clara Rojas e com o ex-marido, que pede metade dos direitos autorais desse livro. Ao público do MASP, ela deixou o alerta: “Mais de 3000 pessoas ainda estão seqüestradas pelas Farc e escondidas no meio da selva colombiana. Não podemos nos esquecer dos nossos companheiros.”
Isabella D’Ercole
Trechos dos diários de Marilyn Monroe foram reunidos e serão publicados no livro “Fragments”, que chega às lojas ainda essa semana. Nas anotações íntimas da musa, extraídas de diferentes ocasiões desde que ela tinha 17 anos, constam, entre outras histórias, insinuações de seu caso com John F. Kennedy, o então presidente dos Estados Unidos.
Os textos revelam uma estrela conturbada e triste. Neles, ela também fala de sua carreira, mas sem muito entusiasmo, com em uma passagem escrita na época de uma filmagem: “Estou cansada. Em busca de como interpretar meu papel. Toda minha vida sempre me deprimiu. Como posso interpretar uma garota alegre, jovem e cheia de esperança?”
Serão 272 páginas de relatos que foram mantidos em segredo por 48 anos. A obra também conta com fotografias raramente vistas de Marilyn.
Amanda Figueiredo
A roteirista Lou Calabrese é famosa no ramo cinematográfico. Seus filmes arrecadaram milhões e ela já ganhou um Oscar. Tudo está indo bem até seu namorado, o ator Bruno Di Blasé, trocá-la pela protagonista de um filme que a própria Lou escreveu.
Essa não é a única crise da roteirista. Quando ela menos espera, o helicóptero em que viajava é seqüestrado e ela tem que fugir para sobreviver. Isso só não é tão ruim porque, ao seu lado, está o maior galã hollywoodiano, Jack Towsend. O livro é viciante, principalmente para quem gosta do estilo de Cabot ou para as fãs de livros como Melancia e Os delírios de consumo de Becky Bloom. Não se esqueça de contar o que achou!

Meg Cabot para gente grande: Ela foi até o fim
Isabella D’ercole
27abr 2010
A nutricionista e escritora Natalia Werutsky lança essa semana o livro “Hepatite C – Eu Venci!”, no qual conta como conviveu com a hepatite C, suportou os efeitos colaterais produzidos pelos medicamentos e venceu a doença.
Na obra, Natalia fornece informações úteis nutricionais e de saúde para ajudar a suportar os períodos pré, durante e pós-tratamento. Ela também inclui no texto um diário pessoal narrando suas experiências, seu comportamento
emocional e espiritual que a deixaram equilibrada e confiante na cura.
Em 2006, a escritora já havia publicado o livro “Hepatite C – Minha História de Vida”, no qual declarou ser portadora do vírus e relatou experiências e ensinamentos sobre hábitos alimentares e de vida que ajudam suportar e conviver com a doença.
“Hepatite C- Eu venci!” será lançado nessa terça-feira, 27, na Livraria Cultura do Shopping Vila Lobos, em São Paulo, a partir das 18h30.
Para mais informações, acesse o site da escritora
Os livros que a gente ama:
Alice para adultos
Uma nova edição deslumbrante de Alice no País das Maravilhas, o clássico de Lewis Carroll (Cosac Naify, 45 reais), tem tudo para se tornar um fetiche. As ilustrações riquíssimas são de Luiz Zerbini e quem assina a tradução é Nicolau Sevcenko. A história em si, no entanto, ainda é a maior fonte de encantamento: a saga da menina que se envolve com animais oníricos e personagens de baralho permite tantas leituras que nunca se esgota.
Sibelle Pedral
foto: divulgação
O livro As Doçuras da Vó Ni reúne 49 receitas antigas de doces caseiros (algumas delas criadas há mais de 100 anos), preparadas pela dona Galvani Vieira da Costa, 92 anos, matriarca de uma família tradicional da cidade de Guareí, no interior de São Paulo. A publicação, de 66 páginas, é uma homenagem de uma das filhas dela, Madalena Ioneda, editora do caderno Comida&Bebida, da revista CLAUDIA. Segundo a editora, esses doces representam toda uma geração de mulheres apaixonadas pela culinária e fazem parte da mesa de muitas famílias brasileiras. São receitas simples, porém saborosíssimas, como a canjica com coco e amendoim, o doce de casca de laranja, a pamonha doce, o doce de batata-doce, o doce de abóbora curtido na cal e o manjar branco com calda de vinho e ameixa-preta – a especialidade da Vó Ni. “Minha mãe reservava essa sobremesa para o domingo, dia em que o padre da paróquia almoçava na nossa casa. Era de comer rezando”, conta Madalena.
O livro pode ser encomendado (conforme a demanda de pedidos) pelo e-mail: madaioneda@gmail.com
Ilustrações Jun Ioneda
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Leonina contida, fã de bons livros. Gosto de assistir filmes debaixo da coberta, comer no restaurante japonês e de viajar com os amigos.

Sou editora de CLAUDIA e acredito que toda história de vida é uma inspiração — merece ser vista, lida, ouvida e contada.

