Notcias da Redao

24out 2011

por Isabella D Ercole
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Comportamento,
Evento
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Acontece em São Paulo, no dia 20 de novembro, o TEDxDaLuz.

TED não é um termo que circula por aí (ainda!), então, para aqueles que não conhecem, a história é a seguinte: em 1984, após um encontro na Califórnia, surgiu o TED (a sigla significa Tecnologia, Entretenimento e Design), que acontece anualmente. A organização sem fins lucrativos pretende estimular discussões sobre diversos assuntos e ideias que mereçam atenção por meio de palestras rápidas (15 minutos ou menos), performances e vídeoconferências. Entre os convidados, já estiveram Bill Gates, Michelle Obama, Isabel Allende, entre outros.

O TEDx segue o mesmo conceito, mas é organizado de forma independente e tem alcance local. O TEDxDaLuz é um desses eventos, cuja missão é incentivar o crescimento da força interior. A ideia é que em tempos tão confusos, imediatistas e cheios de desafios, as pessoas possam se conservar cada vez mais inteiras e preparadas para experiências de trocas com os outros.

As inscrições podem ser feitas até dia 31 no site. Não perca!

10ago 2011

por Patrícia Zaidan
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Atualidades,
Comportamento
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Formadoras de opinião e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Foto: Eugênio Goulart

A ministra Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, quer se cercar de mulheres para propor uma política relacionada ao consumo. Juntou-se na terça-feira (9/8), em São Paulo, com formadoras de opinião, publicitárias, executivas e jornalistas. A revista CLAUDIA estava entre as convidadas. Falante, envolvente, Izabella demonstrou sua crença: só ocorrerão mudanças no consumo sem qualidade – esse mesmo, que detona rios e mares, polui o ar, derruba matas, empobrece o nosso bolso e ameaça a economia do país – “se as mulheres passarem a influenciar a sociedade, com atos afirmativos do valor da vida”. A proposta dela é cuidar do meio ambiente em outro patamar, de forma mais tangível. Nada de acreditar que o problema se resolve só com o fim da sacolinha plástica de supermercado. A ministra confessou que ela também se vê embaraçada no caixa, quando vai pegando a sacola… mas tem de deixá-la sob o olhar inquisidor dos outros consumidores. A revolução é mais ampla: a mulher, que é capaz de fechar a torneira dos excessos, já que 60% das compras da família são decididas por ela, precisa ascender a cargos de poder nas empresas e ocupar todos os lugares públicos de onde vêm as decisões sobre a sociedade. Na lista da ministra ainda consta a necessidade de as brasileiras estarem mais envolvidas na vida produtiva e nos negócios verdes. Ou seja, esse conjunto de situações é imprescindível para a tal sustentabilidade – palavra que, de tão pronunciada, acabou desgastada.

Essa reflexão deve compor o documento “Iniciativa Brasileira sobre Consumo”, que será levado à Rio+20, a conferência da ONU prevista para junho de 2012, no Rio de Janeiro. Mas, para que o tema saia da chatice e da embromação, típicas desse tipo de cúpula de chefes de Estado e ambientalistas, Izabella sugere traduzi-lo em atitudes. Conta, para isso, com a mídia experiente em falar com as mulheres e com as parceiras ali reunidas. Uma delas, a publicitária Cristina Carvalho Pinto, presidente do Grupo Full Jazz, já propôs o mote para a campanha de mobilização: “Vamos arrumar a casa?”. Arrumar está na cultura feminina. Fazendo esse chamado, as brasileiras podem vir para a briga e implementar a mudança.

Os tempos parecem outros. Em janeiro, a revista entregou à presidenta a “Carta de CLAUDIA para Dilma Rousseff”, apresentando 12 tópicos fundamentais para um país melhor. Já na abertura, o documento defendia que governar ouvindo as mulheres seria o primeiro passo para a construção de novas práticas políticas e a criação de uma nação mais justa e poderosa. A iniciativa da ministra Izabella é sinal de que o governo pretende inovar e nos ouvir.

Izabella Teixeira: "Vamos cuidar do meio ambiente com as mulheres". Foto: Eugênio Goulart

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Se a princesa Diana estivesse viva, ela teria sua própria página no Facebook, seria amiga da família Beckham, curtiria o filme “O Diário de Bridget Jones” e escreveria no mural do príncipe Harry aconselhando um corte de cabelo (clique aqui para ver como seria). Pelo menos isso é o que acredita Tina Brown, biógrafa de Diana e editora-chefe da Newsweek, uma revista americana. O livro é de 2007, mas, agora,  Tina faz previsões de como a princesa estaria em 2011. Vivendo em seu apartamento em Nova York, Lady Di seria amiga de Camilla Parker-Bowles, atual esposa de Charles, e seguiria Dalai Lama no Twitter. Além de frequentar os desfiles de moda, ela iria frequentemente ao Haiti, ajudar na reconstrução do país.

"Diana - Crônicas Íntimas", de Tina Brown, publicado em 2007 pela Ediouro. Fonte: Divulgação

Sexta-feira, dia 1º, seria o 50º aniversário de Lady Di. Falecida em um trágico acidente em 1997, a princesa, ex-mulher do príncipe Charles e mãe de William e Harry, era idolatrada internacionalmente. Fez trabalhos de caridade com crianças, idosos e portadores de HIV. A última campanha que apoiou, pela eliminação das minas terrestres, venceu o Prêmio Nobel da Paz.

Tantas boas ações cativaram a população. No dia de sua morte, milhares de pessoas se juntaram em frente ao Palácio de Buckingham para homenageá-la.

Não é estranho que a vida de Di atraia curiosos até hoje. Para satisfazê-los, a Newsweek manipulou imagens de Diana para que ela aparentasse os 50 anos que teria hoje (uma delas está aqui). A ousadia gerou polêmica. Quatorze anos depois de sua morte, está na hora de deixar Lady Di descansar? Por outro lado, o Newsweek pretendia que fosse uma homenagem, afinal, é sempre bom relembrar alguém que gostamos. E aí, de que lado vocês estão?

20jun 2011

por Isabella D Ercole
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beleza,
Comportamento,
Evento,
Saúde
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Cynthia Greiner, diretora de redação de CLAUDIA estará hoje, às 22h15, no Roda Viva, na TV Cultura. O convidado será Alfredo Halpern, médico endocrinologista e criador da dieta dos pontos. O papo gira em torno da vontade das mulheres de emagrecer e do uso de remédios para acelerar o processo. Não perca!

17jun 2011

por Isabella D Ercole
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Comportamento,
Moda
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É fato: a campanha Luxo por Menos de CLAUDIA é um sucesso.

Até as celebridades estão aderindo. Olha a Milene Domingues usando o vestido de lã da Lu Monteiro no São Paulo Fashion Week na Contigo! (clique aqui para ver).

A redação também ficou muito animada para comprar. Aliás, a Mirela veio hoje com a bolsa da Serpui Marie. Como ela mesma diz: “a cara do luxo três vezes”.

Mirela com a bolsa do Luxo por menos

Se você ficou com vontade de ter a sua, veja aqui os endereços de venda.

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06jun 2011

por Marcia Kedouk
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Comportamento
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Por Joyce Moysés

Não dá para ficar de fora. Não podemos tolerar que as mulheres sofram dessa forma. E a solução passa pela informação. Por isso, a revista CLAUDIA convida você a ler e a divulgar também a recém-lançada cartilha Não Violência Doméstica, preparada pela Avon.
Ela pode ser baixada no endereço http://abr.io/18Um. Ele traz ainda outra cartilha, sobre violência intrafamiliar, desenvolvida em parceria com o Instituto Noos, do Rio de Janeiro. São ótimos parâmetros hoje do que a nossa sociedade precisa vencer para ter felicidade na vida familiar.

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Cynthia Greiner, Caetano Bedaque e Mônica Romano

Cynthia Greiner com Caetano Bedaque, diretor de Comunicação da RedeTV!, e Mônica Romano, gerente de publicações

Cynthia Greiner, diretora de redação de CLAUDIA, é convidada do programa da Hebe de amanhã, dia 31 de maio, às 22 horas, na RedeTV!. Ela vai falar sobre o movimento Ame sua Vida, tema das comemorações do aniversário de 50 anos da revista. Imperdível!

UPDATE:

Para quem não assistiu:

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Há três anos, decidi não observar gays e lésbicas em desfile na Parada Gay e ficar atenta à plateia. São pessoas que almoçam mais cedo naquele domingo para ver e se divertir com os tipos que tomam a avenida Paulista e o centro de São Paulo. Um espetáculo à parte. Aposentados, crianças, pais com carrinhos de bebê, gente animada ou curiosa para entender o que o homossexual tem de diferente. Há quem dance com eles, acene e mande beijos. O comportamento de aceitação surpreende. É o país real que se reúne ali — bem menos conservador que as bancadas de deputados e senadores que só fazem barganhas.

O governo cedeu à pressão deles e suspendeu ontem a produção de cartilhas e vídeos contra a homofobia que seriam distribuídos nas escolas públicas. A justificativa foi, digamos, evasiva: “De agora em diante, todo material sobre costumes só será feito mediante consultas à sociedade e às bancadas do Congresso Nacional”. Um retrocesso. Se o governo olhasse melhor o público da Parada Gay talvez entendesse que é hora de tirar a tampa, acabar com a hipocrisia e enfrentar o tema.  O Supremo Tribunal Federal fez isso ao compreender que um casal homossexual tem direito de ser considerado uma família, como o hétero. Cabe ao staff de Dilma encarar a sua parte no combate ao preconceito — porque ele existe e mostra os dentes afiados. Lembram-se dos trogloditas que, em novembro, bateram em rapazes na mesma avenida Paulista?

A presidenta disse que não gostou do conteúdo do kit e que os órgãos federais não vão fazer “propaganda de opção sexual”. Ora, se o tom da mensagem não é apropriado, presidenta Dilma, mande mudar, mande melhorar.  O material, que os ministérios da Saúde e Educação estavam preparando, era para professores do ensino médio – e não para criancinhas. São os educadores que muitas vezes lidam com a intolerância e a rejeição a gays, negros e pobres. Eles, como os pais, precisam estar preparados para explicar aos jovens o Brasil que teremos a partir da união estável de homossexuais. Muitas famílias serão chefiadas por 2 homens ou 2 mulheres. Mais crianças terão 2 pais ou 2 mãe. O que o governo vai perguntar ao Bolsonaro? A consulta está feita e a sociedade já respondeu o que quer.

26mai 2011

por Redação de CLAUDIA
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Comportamento
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Por Patrícia Zaidan

Uma das primeiras reportagens que assinei em CLAUDIA foi sobre a violência dos homens contra as mulheres que eles dizem amar. O jornalista Pimenta Neves, então diretor do Estadão, havia matado em agosto de 2000, com dois tiros pelas costas, a jornalista Sandra Gomide, que não queria reatar o romance com ele. Pimenta ajudara Sandra a subir na careira, ela tinha que pagar com seu amor pelo resto da vida. Mas ela não suportou prolongar o pacto. E Pimenta, ciumento, truculento, desequilibrado, não suportou a rejeição. Tinha poder, fugiu do flagrante, só se apresentou à polícia quando bem quis. Réu confesso, de um crime premeditado, passou 7 míseros meses na cadeia e, depois, esperou o julgamento em liberdade.

A nossa reportagem fez uma retrospectiva, no box “Os dias de fúria” dos últimos 50 dias da agonia de Sandra e também do pesadelo vivido por outra brasileira, a dona de casa Edna Gomes Leal. No mesmo período, ela sofreu perseguição, ameaça e agressão do marido. Mas escapou da morte escondendo-se com os filhos numa casa de abrigo para vítimas de violência, na cidade de Sorocaba (SP). A dona de casa viu o enterro de Sandra Gomide pela TV – podia ter sido o desfecho dela.

As duas histórias ocorreram antes da Lei Maria da Penha, que começa a mudar a cultura vil dos machos inconformados com o fato de a mulher não ser brinquedo deles. Ainda há, porém, milhares de outros Pimenta-neves insultando, batendo e matando. Todos ficaram aliviadíssimos quando, em 2006, o jornalista saiu do julgamento — que o condenou a 15 anos de cadeia — pela porta da frente do fórum. Livre e leve, foi recorrer da sentença em casa e na praia.

Quando ouço no rádio a notícia da prisão desse péssimo brasileiro, dei um berro: “Toma, safado!” Trinta segundos depois, me sobe a dúvida: “Por quanto tempo atrás das grades?” Alguns meses? Dias? Pimenta conhece bem as leis brasileiras, discute com seus advogados – todos muito bem pagos – as brechas e os recursos legais que mudam caminhos. Com base neles, havia conseguido adiar em 5 anos o cumprimento da sentença.

Foram 20 recursos junto ao Supremo Tribunal federal e ao Superior Tribunal de Justiça. Até que no último dia 23 de maio, uma terça-feira feliz, o STF deu um basta às manobras e Pimenta entrou no camburão. Certamente seus advogados já armam os argumentos – sempre com bases legais – para pedir progressão de regime para ele cumprir apenas 24 ou 18 meses de prisão. Estão lá orquestrando para arrancar o criminoso de Tremembé, a ilha habitada por Lindemberg, que matou Eloá, e por Nardoni, que matou Isabella. É esse o lugar onde o jornalista deve permanecer. Só deve sair quando acertar as contas com a sociedade e, principalmente, com as mulheres brasileiras. Mas, a justiça, o dinheiro, o poder…

20mai 2011

por Marcia Kedouk
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Comportamento
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por Joyce Moysés

Joyce e Camille

Hoje foi realmente um dia especial. Assisti à palestra da polêmica intelectual americana Camille Paglia e almoçamos juntas depois, no Terraço Abril. Conversamos sobre mulheres, amor, sexo, arte, celebridades, jornalismo, linguagem web, Daniela Mercury (que ela adora!) e Lady Gaga (que ela desaprova!). Camille ama música brasileira e descobriu recentemente Elis Regina. Há três anos, foi a Salvador e subiu no trio elétrico de Daniela. Ficou impressionadíssima com aquele exemplo de coletividade sob o comando de uma cantora, por 8, 9 horas diárias… Contei que agora ela precisa conhecer o trabalho de Maria Rita, filha de Elis, e ela ficou bem interessada. Atualmente, Camille está terminando mais um livro e leciona “Humanities e Media Studies” numa universidade da Philadelphia, The Univertity of the Arts (UArts). O melhor de tudo: assim que pedi para tirarmos a foto ao lado, ela reagiu como uma típica mulher: “só um minutinho, deixa eu passar batom”.

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