
Foto: divulgação
Não foi o acaso que fez do livro Água para Elefantes (Sextante), de Sara Gruen, um best seller — chegou ao primeiro lugar da lista de mais vendidos do jornal The New York Times. A história de um amor proibido que se passa nos bastidores de um circo tem um clima de magia — e faz a gente torcer para o casal ficar junto no fim. Se você não leu, tem a chance de se emocionar agora que o drama chega aos cinemas, com Robert Pattinson e Reese Witherspoon nos papeis principais.
Ele é Jacob, estudante de veterinária que perde os pais em um acidente. Desiludido, ele abandona a faculdade e começa a trabalhar em um circo. Lá, conhece Marlena (Reese), casada com o chefe do setor dos animais, e se apaixona por ela. Além desse romance, outra saga comove: a da elefanta que deveria ser a salvação da trupe mas parece não conseguir aprender nada.
Quem conta tudo é o próprio Jacob, que começa o filme com 93 anos, em uma casa de repouso, e vai relembrando sua vida intensa de alegrias, decepções, sonhos e promessas.
Quer sentir o gostinho? Assista aqui o clipe exclusivo:
01abr 2011
Quer ganhar convites para assistir ao filme “As mães de Chico Xavier”? Participe do nosso concurso cultural: siga a página de CLAUDIA no Twitter (@claudiaonline), complete a frase “Espiritualidade é”…, dê RT e concorra a kits contendo dois ingressos para o filme, camiseta e caneta. Participe também respondendo por comentário via Facebook. 20 leitoras serão premiadas.
Serão aceitas apenas as respostas enviadas até as 23h59 do dia 08 de abril de 2011.
“As mães de Chico Xavier” conta a história de três mulheres com dilemas que envolvem espiritualidade, a vida e o além. Confira o trailer
Quer ganhar convites para assistir ao filme “Não me Abandone Jamais”, de Mark Romanek? Participe do nosso concurso cultural: siga a página de CLAUDIA no Twitter (@claudiaonline), complete a frase “Eu me sinto no controle do destino quando”…, dê RT e concorra a pares de ingressos de cinema.
As 20 melhores respostas do Rio de Janeiro e de Saõ Paulo serão premiadas. Três ganhadoras de outras partes do Brasil vão faturar um livro que inspirou o filme.
Serão aceitas apenas as respostas enviadas até as 23h59 do dia 23 de março de 2011.
Participe!
09set 2010
Jude Law é o astro do comercial do novo perfume masculino da Dior, o Dior Homme. A campanha, que tem duração de cinco minutos, foi gravada em Paris, na região da Torre Eiffel, no primeiro semestre deste ano, e dirigida por Guy Ritchie, ex-marido de Madonna.
A parceira dos dois ingleses não é de hoje: Guy já tinha dirigido o ator em Sherlok Holmes, em 2009. No vídeo, chamado Un Rendez Vous, Jude encarna um sedutor e aparece dirigindo um conversível vestido com um look da grife.
Amanda Figueiredo
19ago 2010
Virou assunto em todas as rodinhas de conversa: no bar, depois do jantar e até mesmo na fila do banco. Se você ainda não viu A Origem, esse é o momento. O filme, que estreou no dia 6 de agosto nos cinemas do Brasil tem um elenco de peso. Leonardo DiCaprio é Cobb, líder de um grupo contratado para invadir sonhos e mudar as ideias do “sonhador”. Junto com ele, está Joseph Gordon-Levitt, consagrado pelo romântico 500 dias com ela, Ellen Page, de Juno e a francesa Marion Cotillard, conhecida por Piaf – Um Hino ao Amor. O filme é cheio de cenas de ação, mas o que prende o espectador são as teorias intrigantes da invasão do sonho. Recomendado para quem quer uma boa distração. Depois, venha nos contar a sua versão/teoria!
Isabella D’Ercole
19ago 2010
O filme é uma página histórica da resistência das mulheres no Brasil. Luto Como Mãe, que estréia dia 20 de agosto no Rio de Janeiro e em setembro em São Paulo, conta como elas enfrentam a violência fluminense com todos os seus personagens: matadores, traficantes, políticos, juízes, promotores e a polícia omissa ou corrupta. O diretor do longa, Luís Carlos Nascimento, um dos fundadores da Escola Audiovisual Cinema Nosso, se viu cooptado pelas mães. Elas opinaram sobre o roteiro, os rumos das filmagens, o caminho da edição — e não descansaram enquanto o filme não ficou pronto. Luís conta um pouco dessa saga, uma das mais importantes experiências de sua vida:
CLAUDIA - Que argumento convenceu você a fazer o filme?
LUÍS CARLOS NASCIMENTO – Sempre me interessei pelas discussões de gênero. A força das mulheres chama a minha atenção. Cresci dentro da estrutura matriarcal do Candomblé, por isso é que tenho a curiosidade por temas ligados ao gênero. Quando me disseram que a violência vitima mais as mulheres do que os homens, eu corrigi: ‘Não, os homens matam e morrem muito mais, mulheres e armas não combinam’. Puro engano. Elas sofrem terrivelmente como mães, mulheres e irmãs dos homens assassinados. São afetadas economicamente, afetivamente, nunca se esquecem a dor da perda, sobretudo quando é o filho que se vai. As mulheres reagem muito além do que os homens são capazes – e tudo isso numa sociedade machista. Por mais que queiramos, a igualdade não existe.
CLAUDIA – Como você chegou aos casos conhecidos como Chacina de Acari (1990), Via Show (2003) e Chacina da Baixada Fluminense (2005) que estão no filme?
LUÍS CARLOS NASCIMENTO – Eu conhecia as mães ligadas a essas histórias apenas de ler o noticiário. No Rio, há vários episódios de violência e abuso. Para mim seria difícil escolher. As mães discutiram e apontaram os casos do filme. O começo da produção aconteceu bem antes, em Portugal, quando lancei um trabalho na Universidade de Coimbra. Uma amiga me pediu para ajudar numa pesquisa que fazia sobre mulheres e violência. Havia uma pequena verba para registrar imagens e a ideia de fazer um curta veio daí. Entrei em contato com mulheres que se reuniam em associações para pedir punição para os assassinos de seus filhos. Fiquei impressionado. Elas são organizadas, fazem passeata, pressionam as autoridades.
CLAUDIA – O que você aprendeu com elas?
LUÍS CARLOS NASCIMENTO – As mães me mostraram que é importante não desistir. Elas chegaram à luta abruptamente, pelo desespero de perder os filhos. Não foi uma escolha. Mas descobriram o poder político que têm. Foram alfabetizadas nesse processo, aprenderam a entrar numa delegacia, na Câmara Municipal, na Assembléia Legislativa, no cartório e no Fórum. Entenderam como funciona – e não funciona – a Justiça brasileira. E hoje passam toda a experiência para outras mães que não param de chegar com mais histórias de filhos assassinados nas ruas e nas comunidades do Rio de Janeiro.
CLAUDIA – Elas fizeram exigências?
LUÍS CARLOS NASCIMENTO – Não queriam repetir as experiências ruins que viveram ao dar entrevistas para alguns programas de TV. Abominam o sensacionalismo e o tom desrespeitoso com que certas produções tratam a violência. Queriam algo novo. Prometi construir o filme junto com elas. Vera Lúcia Flores, já falecida, e Marilene Lima, conhecidas como as mães de Acari, foram as líderes mais presentes. Depois das conversas, foi só filmar. O resultado: 150 horas de material colhido em 4 anos.
CLAUDIA – Como foi, de fato, a atuação delas?
LUÍS CARLOS NASCIMENTO – Fiz pesquisa nas TVs. As mães cederam o que tinham de fotos e papéis. Foram aos jornais, aos arquivos. É notável a quantidade de documentos que reuniram. Ainda opinavam sobre quem deveríamos entrevistar etc.
CLAUDIA – Há imagens muito delicadas e depoimentos sensíveis captados pelas mães. Quando decidiram por esse caminho?
LUÍS CARLOS NASCIMENTO – Elas sempre me ligavam para avisar sobre uma passeata, um encontro importante que eu não podia deixar de registrar. Mas eu não conseguia acompanhar tudo. Então compramos uma câmera simples, demos uma capacitação rápida para que fizessem os registros que considerassem imperdíveis. Hoje, a câmera digital passa de mão em mão, gravam julgamentos e protestos. Elas usam as gravações até para orientar o Ministério Público, para mostrar que a polícia foi negligente numa investigação. O material é anexado aos processos.
CLAUDIA – O que considera mais importante nesse trabalho?
LUÍS CARLOS NASCIMENTO – O poder total de mobilização. As mães ocupam o espaço público, que muitas vezes deveria ser papel das autoridades. Lutam incansavelmente e assim fazem a diferença. Se elas não enchem o Tribunal do Júri, os réus acabam sendo absolvidos. Além disso, levam suas denúncias para fora do país. A versão curta do filme Luto como Mãe foi exibida na ONU, em 2008. Isso é resultado do trabalho delas.
Patrícia Zaidan
16ago 2010
O shopping Iguatemi de São Paulo recebe, a partir desta segunda-feira (16), a exposição “De Hollywood para a Moda”, com vestidos usados pelas eternas divas do cinema Audrey Hepburn, Vivien Leigh, Grace Kelly, Rita Hayworth e Marilyn Monroe.
A mostra funciona de segunda a domingo, das 10h às 22h, no Espaço Fashion do Shopping Iguatemi, com entrada gratuita.
Serviço
De Hollywood para a Moda
Shopping Iguatemi São Paulo – Espaço Fashion
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – Jd. Paulistano
Data: 16 a 30 de agosto
Horário: Segunda a Domingo, das 10h às 22h.
Entrada gratuita
Amanda Figueiredo
22jul 2010
Em julho, mês em que se comemora o Dia Mundial do Rock, a Secretaria Municipal de Cultura homenageia Quentin Tarantino com a mostra Rock Tarantino, apresentando os principais filmes da carreira do diretor norte-americano e o inédito À prova de morte, ao mesmo tempo em que propõe uma viagem pelas obras que influenciaram o processo de criação de Tarantino.
Além de promover a pré-estreia de À prova de morte, o Centro Cultural São Paulo exibirá um ciclo de filmes que serviram de inspiração para os dois volumes de Kill Bill, presentes na programação da mostra. Agende-se, ainda dá tempo! A mostra vai até 31 de julho e a programação completa você confere no site.
Serviço: Mostra Rock Tarantino
Quando: De 13 a 31 de julho
Locais: CCSP – R. Vergueiro, 1000. Grátis. (ingressos 1 hora antes). Cine Olido - Av. São João, 473. Ingressos: R$ 1. Centro Cultural da Juventude - Av. Dep. Emílio Carlos, 3641, Vila Nova Cachoeirinha – Grátis (ingressos 30 min antes).
20jul 2010
O Museu da Imagem e do Som (MIS) completa 40 anos e recebe a mostra de cultura contemporânea ROJO®NOVA.
A vodka sueca ABSOLUT, que se tornou cult e admirada no mundo inteiro sempre se destacou como pioneira dando suporte a diversos artistas desde os anos 80, quando Andy Warhol, um dos maiores expoentes da “Pop-Art”, fez uma intervenção em uma garrafa e contribuiu para torná-la um ícone.
A ABSOLUT aproveita esse cenário multidimensional, para estrear o curta-metragem do diretor Spike Jonze, “I’m Here”, uma sensível e criativa história de amor entre dois robôs. O curador da mostra e artista plástico, o espanhol David Quiles Guilló, criou um cenário interativo e alinhado com o filme para que os espectadores possam vivenciar a experiência reproduzida por Jonze no filme durante as sessões.
“I’m Here” estreou em janeiro no Festival de Sundance, e pôde ser visto em sessões de cinema na internet. O trailer você vê abaixo, e o belíssimo curta está disponível no site.
ROJO®NOVA – Cultura Contemporânea
Quando: até 15 de agosto de 2010
Onde: MIS (Museu da Imagem e do Som), Av. Europa, 158 – São Paulo, SP
Entrada: R$ 4 e R$ 2 (estudantes).
Além da exposição, a mostra apresenta um line-up de músicos e artistas nacionais e internacionais. São ao todo mais de 45 shows. O museu também traz ambientes especiais com sessões de cinema e projetos audiovisuais ao vivo.
Confira a programação completa da Mostra aqui.
Patrícia Zaidan
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Leonina contida, fã de bons livros. Gosto de assistir filmes debaixo da coberta, comer no restaurante japonês e de viajar com os amigos.

Sou editora de CLAUDIA e acredito que toda história de vida é uma inspiração — merece ser vista, lida, ouvida e contada.

